Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística




VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Quando a Armada britânica foi corrida à pedrada na praia da Rocha

O cheiro das uvas e dos figos maduros —​ no tempo em que o Algarve não tinha ainda sido descoberto pelos turistas — entrava pela praia da Rocha adentro e punha os banhistas de nariz no ar. No século XX, pelos finais da monarquia — conta o escritor e antigo Presidente da República Portuguesa, Manuel Teixeira Gomes — os marujos da Armada britânica, em manobras pela zona, resolveram meter o dente na fruta alheia. Saíram-se mal da aventura. Um grupo de cabreiros armados com fundas correu com os invasores à pedrada. A batalha deu-se lá para as bandas da praia do Vau, onde o ex-Presidente da República Mário Soares tinha a sua casa de férias.

A 20 DE SETEMBRO, EM LISBOA

Fórum «500 Anos de Circum-navegação. Uma Viagem pelo Legado de Magalhães»

Sexta-feira, dia 20 de Setembro, pelas 17h, realiza-se no Museu de Marinha o Fórum “500 Anos de Circum-navegação. Uma Viagem pelo Legado de Magalhães”.

Destaque, ainda, para o restante conjunto de iniciativas que visam assinalar a data de início da viagem de Fernão de Magalhães, no âmbito do Programa de Comemorações do quinto centenário da Circum-navegação (2019-2022).

MADEIRA

Um dos últimos baleeiros

“As embarcações eram maneiras, não era cá como estas embarcações que há agora, isto agora… eles vão ao fim do mundo”, conta Manuel Moreira.

Conta-me como foi o Verão português | em 28 fotos do baú das memórias

Um mergulho na Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian mostra-nos como era o Verão português nas primeiras décadas do século XX.

Praias repletas de barracas, sorrisos dentro de água, roupa, muita roupa, mais roupa do que os nossos olhos e corpos de hoje aceitam quando se põem numa praia. Era assim o Verão português nas primeiras décadas do século XX, é assim que ele se mostra nas colecções da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian. Um mergulho neste arquivo, que inclui fotografias do Estúdio Mário Novais, revela como era o Verão nesses tempos, sobretudo na zona do Estoril e nas praias vizinhas de Lisboa, mas também noutras paragens, como Peniche e Alvor.

Foi há 500 anos a primeira volta ao mundo por mar em 1.125 dias

Há 500 anos, o veterano navegante português Fernão de Magalhães e o experiente marinheiro basco Juan Sebastián Elcano foram os protagonistas de uma gesta que, pela primeira vez, interligou todo o planeta e abriu caminho à globalização mercantil.

A Praia de Pedrouços era uma Secretaria de Estado ao ar livre

Era a Pedrouços que a burguesia ia para mergulhar no mar e apanhar sol. Uma praia que já não existe mas que, no século passado, foi visitada e admirada por boa parte da população lisboeta.
“É a mansão oficial da vilegiatura burocrática de Lisboa. Chefes de secretaria, oficiais, amanuenses, tabeliães, guarda-livros, caixeiros de escritório, escrivães, retemperam anualmente em Pedrouços a sua pálida e sedentária fibra plumitiva. Por isso, Pedrouços, a uma légua de Lisboa, tem um pouco o aspecto de uma secretaria do Estado – ao ar livre”.
 

Quando Albufeira queria ser a «Saint-Tropez portuguesa»

Nas ruas da praia dos pescadores, Manuel da Fonseca, na década de 60, encontra gente a expressar-se nas “mais desvairadas línguas”, em ambiente multicultural, “prestes a partirem alegremente para uma bela aventura”.

Granja, a praia chique onde Ramalho Ortigão não conseguiu descansar

A Granja ainda conserva muitos sinais da praia aristocrata que era, quando Ramalho Ortigão a visitou há quase século e meio. E ao contrário do que transparece na crónica que sobre ela escreveu, é uma praia a merecer visita.

De quando quatro cirurgiões mandaram um monge de Tibães a banhos à Póvoa de Varzim

No século XVIII, a fama dos efeitos terapêuticos das águas poveiras já chegava longe. O uso da praia mudou, mas a sua atractividade nunca mais parou.

Corria o ano de 1778. Sem barraquinhas de pano listado e pregões a vender guloseimas, os areais portugueses eram pouco mais que lugares inóspitos, frequentados essencialmente por pescadores de “barba rija”, a que se acrescentavam alguns terrenhos em busca de cura para variadas maleitas. Era o caso do padre pregador frei Luís de Santa Teresa, do Mosteiro de Tibães, em Braga, cujo diagnóstico desconhecemos, mas cujo tratamento esse, chegou, detalhadamente descrito até nós: uma temporada de banhos na Póvoa de Varzim.

Nobreza, povo e turismo: as muitas marés das praias de Setúbal

Desde que no século XVI, o terceiro Duque de Aveiro se sentava num penedo na Arrábida a pescar à cana nas águas do Atlântico, até hoje, as praias de Setúbal passaram por muitas marés.

D. Álvaro de Lencastre (1540-1626) gozava do privilégio de uso exclusivo do penedo, que ganhou, por isso, o nome de Penedo do Duque, frente à entrada da gruta da Lapa de Santa Margarida, no sopé da serra, junto ao mar, uma das maravilhas locais da natureza, com uma capela no interior da terra num antigo local de culto (século XVII) onde cabem 500 pessoas.

A lancha poveira do alto «Fé Em Deus»

«A lancha poveira do alto é um barco de boca aberta, de quilha, roda de proa e cadaste. Arma uma grande vela de pendão de amurar à proa. Como não dispõe de patilhão, um leme alteado assegura essa função.

A “Fé em Deus” foi reconstruída segundo normas e modelos tradicionais locais e representa uma das últimas lanchas poveiras a ir ao mar na década de cinquenta do século XX.

ÍLHAVOS, MURTOSEIROS E VARINOS

Movimentos migratórios de populações marítimas portuguesas

É hoje ponto assente que ílhavos, murtoseiros e varinos se deslocavam pela costa em busca de locais piscosos, estabelecendo-se, num primeiro tempo, apenas na época da safra, construindo para isso habitações precárias com materiais locais (palheiros), que eram abandonados após o período de pesca, para num segundo tempo se sedentarizarem, dando assim nascimento a praticamente todas as praias de palheiros entre a laguna de Aveiro e a Praia da Vieira. Em alguns locais constituíram importantes comunidades, como na Nazaré,
onde os ílhavos foram um dos grupos mais importantes, senão o mais importante.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Rei D. Carlos - Os quatro iates e as campanhas no mar

O principal passatempo do Rei em Cascais era explorar o mar no seu iate. A partir de 1896 desenvolveu 12 expedições para inventariar a fauna subaquática na costa portuguesa. As campanhas oceanográficas, pelo espaço que exigiam em alto mar para ter, por exemplo, um laboratório a bordo, levaram o Rei a adquirir sucessivamente quatro iates, todos baptizados com o nome da mulher.

Turistas vão poder visitar as ruínas do Titanic (no fundo do mar)

Para os fãs do Titanic dispostos a gastar, a companhia de exploração privada Ocean Gate oferecerá passeios até os destroços do navio Titanic, que afundou em 1912 no Atlântico Norte.

Por 125 mil dólares, será possível submergir os 4 quilómetros até ao famoso navio, num clima agradável e acolhedor ao lado de especialistas na história do Titanic. “Isso amortecerá o congelamento e as duas horas de descompressão nas águas profundas”, afirma o ex-banqueiro de investimentos Stockton Rush, fundador da Ocean Gate.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Algarve nos inícios do século XX

De entre os portos, destacava-se o de Vila Real, nunca assoreado devido às contínuas dragagens realizadas pela Companhia das Minas de São Domingos, para garantir o escoamento de minério, bem como pela exportação de conservas e outros produtos regionais.
Os de Vila Nova de Portimão (só seria cidade em 1924), Faro e Tavira estavam muito assoreados, pelo “abandono a que têm sido votados e em que provavelmente continuarão”.

As gentes do mar tinham uma vida monótona, “o tempo não lhe sobeja para divertimentos, só o mau tempo lhes dá folga participando então em feiras e romarias, tal como as gentes do campo”. Viviam a maior parte do tempo afastados dos povoados, estabelecidos em cabanas de colmo “que se vêem ao longo da costa, em frente das suas armações”. Os pescadores são arrojados e os de Olhão têm justificada celebridade.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA | 1941

A indústria conserveira em Portimão

Frequentes em Portimão eram os bairros destinados aos trabalhadores conserveiros: “Portimão tem ainda digno de menção um lindo Bairro Operário para os trabalhadores das suas Fábricas com 100 moradias de 3 tipos, cujas rendas são de 45$00, 55$00 e 65$00”. Apesar de concluído com o apoio do Estado, obairro fora da iniciativa de Caetano Feu. Outros bairros privativos existiam, como o das firmas Fialho, Feu, Facho e Sociedade Peninsular.

11 DE AGOSTO DE 1578

Morre Pedro Nunes

Pedro Nunes (Alcácer do Sal, 1502 — Coimbra, 11 de agosto de 1578), com o nome latinizado Petrus Nonius, foi um matemático português que ocupou o cargo de cosmógrafo-mor para o Reino de Portugal. Foi um dos maiores vultos científicos do seu tempo. Contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da navegação teórica, tendo-se dedicado, entre outros, aos problemas matemáticos da cartografia. Foi ainda inventor de vários instrumentos de medida, incluindo o "anel náutico", o "instrumento de sombras", e o nónio.

O litoral português, percepções e transformações na época contemporânea:

De espaço natural a território humanizado

Território ignorado e evitado, durante muitosséculos, o litoral permaneceu entregue aqueles que se dedicavam à pesca, à navegação de cabotagem ou à defesa da fronteira marítima, até ao despertar do desejo colectivo da praia, fenómeno que se iniciou em Inglaterra e França a partir meados do século XVIII e um pouco mais tarde em Portugal (segunda metade do século XIX).

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Ligação ferroviária ao Porto da Figueira da Foz

O actual acesso ferroviário ao Porto Comercial da Figueira da Foz, o primeiro da Região Centro e um dos três primeiros do paÍs, foi inaugurado no início da década de 2000. Não se tratou de uma novidade absoluta, uma vez que a infraestrutura portuária figueirense já utilizara o comboio como meio de transporte de mercadorias no início do século XX.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Carvoeiro em 1918

Carvoeiro constituía a terceira praia sugerida pelo guia "“As nossas Praias – indicações gerais para uso de banhistas e turistas”. Povoação piscatória, com “uma bela praia de banhos e excelentes casas de habitação, tanto permanente como temporária”.

Durante o Verão, funcionava um casino com interessantes diversões e com todas as comodidades para os banhistas. Construído por Patrício Eugénio Júdice, era então, em 1918, explorado pela sua viúva. Nas imediações, localizavam-se quatro armações de sardinha e uma de atum. O principal comércio da área era vinho, figo, amêndoa e alfarroba, que exportava com profusão.

Total: 779