Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é fruto do trabalho conjunto de governos e cidadãos de todo o mundo para criar um novo modelo global baseado na sustentabilidade. Inclui 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre os quais um dedicado à conservação dos oceanos (ODS 14).

Monitorização da Faixa Costeira de Portugal Continental

Conheça e utilize o Programa COSMO

O “Programa de Monitorização da Faixa Costeira de Portugal Continental - COSMO” consiste na recolha, processamento e análise de informação sobre a evolução das praias, dunas, fundos submarinos próximos e arribas ao longo da faixa costeira de Portugal Continental. O Programa COSMO foi concebido e desenvolvido pela Agência Portuguesa do Ambiente I.P., sendo cofinanciado pelo POSEUR – Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, no âmbito de Aviso-Convite POSEUR-09-2015-25 referente à “Proteção do Litoral - Ações Materiais e Ações que visam a produção de conhecimento, gestão da informação e monitorização”.

Reino Unido cria mapa de ruído subaquático

Em resposta às preocupações globais sobre o transporte marítimo que afecta a comunicação das espécies marinhas, o Reino Unido criou o primeiro mapa subaquático de ruído (dos navios). Para tal, os investigadores do Centro de Ciência do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura (Cefas) em Suffolk usaram dados captados a partir de microfones instalados no fundo do mar.

Os microfones, que gravaram três meses em cada local, ficaram instalados mais de 18 meses, segundo a BBC, foram colocados em “hotspots”, de modo a identificar os locais mais sujeitos a esta perturbação. Através dos quais se identificou que a causa mais comum de ruido subaquático são as hélices.

Bancos passarão a ter em conta emissões poluentes na hora de dar crédito às companhias marítimas

Pela primeira vez, os bancos passarão a incluir na equação de concessão de crédito às companhias marítimas os esforços destas com vista à redução das suas emissões poluentes. Na origem deste passo está a iniciativa internacional ‘Princípios de Poseidon’, que já reuniu o apoio de onze grandes referências bancárias internacionais. A iniciativa surge a menos de 6 meses da entrada em vigor da nova regulamentação ambiental da IMO.

Cavalos marinhos na Ria Formosa

Ao longo dos últimos anos, a pressão humana sobre este ecossistema tem sido brutal e o habitat essencial destes seres vivos, constituído maioritariamente por pradarias de ervas marinhas, está a desaparecer a um ritmo alucinante. A pesca ilegal através de arrasto de vara (destinada ao caboz, choco e linguado) e o fundeamento excessivo de embarcações agravam o cenário. Estudos recentes demonstraram que a poluição sonora tem igualmente efeitos prejudiciais sobre estas espécies.

Os minúsculos seres que sequestram algas

A água infiltrada na areia fina das praias começa a escorrer para o mar com a maré a vazar. Pequenos sulcos recortam os areais mais perto da linha de água. Neste ambiente, ocorre um dos casos mais estranhos de simbiose do mundo animal, um exemplo notável de engenharia biológica onde alguns animais marinhos tiram proveito da fotossíntese hospedando algas.

O livestream mais longo de sempre:

Os 450 anos da decomposição de uma garrafa de plástico

Uma garrafa de plástico leva, em média, 450 anos a decompor-se. Tendo por base este facto, a Associação Natureza Portugal (ANP), em associação com a World Wide Fund For Nature (WWF), resolveu avançar com o livestream mais longo da história, filmando o processo de decomposição de uma garrafa de plástico em tempo real.

O Plástico: fabricámo-lo, dependemos dele e afogamo-nos nele

Se o plástico tivesse sido inventado quando os peregrinos ingleses partiram do porto de Plymouth, em Inglaterra, rumo à América do Norte, e o navio Mayflower fosse abastecido com água engarrafada e refeições ligeiras embrulhadas em plástico, o plástico deitado fora ainda hoje existiria, quatro séculos mais tarde.

Azuis e verdes dos oceanos vão ser mais intensos por causa das alterações climáticas

As cores azuis e verdes serão mais intensas na superfície dos oceanos, indica um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla original), segundo o qual os satélites deverão detetar essas mudanças de tonalidade, alertando para transformações em larga escala nos ecossistemas marinhos.

Shipping superará alterações climáticas na disseminação de espécies marinhas invasivas

O transporte marítimo vai ultrapassar largamente as alterações climáticas como gerador de pragas não indígenas na biodiversidade marinha nas próximas décadas, concluiu um estudo de investigadores da Universidade de McGill, do Canadá, financiado pelo Natural Sciences and Engineering Research Council of Canada e recentemente publicado no jornal Nature Sustainability, refere o Safety4Sea.

Dar nova vida ao plástico

Em Roterdão constroem-se parques flutuantes com material reciclado

Todos os dias chegam toneladas de plástico aos oceanos. Mas há quem tenha decidido remar contra esta maré. Em Roterdão, este material tem sido reciclado para dar lugar a algo inesperado: um parque urbano flutuante. E já há imagens do primeiro protótipo.

Em vez de deixar chegar o plástico aos oceanos, a Fundação Recycled Island e 25 parceiros criaram o “Recycled Park”, um espaço público composto por várias plataformas flutuantes construídas a partir de resíduos de plástico reciclado. A equipa colocou “armadilhas” ao longo do rio Meuse, responsáveis por recolher o lixo, que depois é transformado em plataformas.

Praia Mais Limpa Com…

O “Praia Mais Limpa com…”, coordenado pelo Programa Bandeira Azul, destina-se a empresas ou associações que coloquem entre as suas prioridades o ambiente, a sustentabilidade e que reconheçam a importância de proporcionar aos seus colaboradores a possibilidade de participar em experiências de educação e desenvolvimento social e pessoal. Desta forma, aliamos as mais-valias do trabalho de equipa à responsabilidade social e incentivamos a partilha de conhecimento e de boas práticas.

Don Walsh:

Com a subida das águas do mar, «teremos nações inteiras a ter de ir embora»

Já 12 pessoas caminharam na Lua, mas só quatro foram ao ponto mais fundo do mar. Os dois primeiros a lá chegar foram Don Walsh e Jacques Piccard, em 1960 — e só deixaram de ser os únicos em 2012, quando o realizador James Cameron se decidiu aventurar nas profundezas pouco exploradas. E, para quem conhece bem os oceanos, é impossível não notar o rasto ruinoso das alterações climáticas.

Os Suspeitos do Costume

A exposição Os Suspeitos do Costume é o resultado das várias campanhas de monitorização efetuadas nas praias portuguesas, no âmbito das atividades do Programa Bandeira Azul. Durante essas ações foi notória a predominância de certos itens e impôs-se uma reflexão sobre as suas origens, os seus impactos, os seus tempos de degradação e as formas de os reduzir.

ABAE

Do Rio ao Mar sem Lixo | Concurso de Boas Práticas

O concurso Boas Práticas 2019 , promovido pelo Programa Bandeira Azul, é dirigido aos concessionários de praia e procura reconhecer as melhores práticas desenvolvidas, nomeadamente aquelas que visem diminuir o consumo de plástico descartável.
Com este concurso pretendemos sensibilizar para o facto do lixo marinho ter origem em atividades terrestres, para as consequências dos comportamentos humanos e para o papel dos rios enquanto ponte de ligação entre terra e mar promovendo práticas que apresentem soluções para este problema.
 

Movimento Ajude a Limpar a Praia

O Movimento Ajude a Limpar a Praia! Por Favor Recolha o Lixo é uma organização não governamental sem fins lucrativos, que tem como objectivo a sensibilização para a protecção das praias, organizando trabalho voluntário relacionado com a limpeza de Praias e apostando na educação ambiental como forma de sensibilização.
Nesse sentido, este movimento faz apresentações em Escolas, organiza Limpezas de Praias e ajuda na realização de iniciativas coletivas, “Team Building” para empresas.

Quarta-feira é dia de mais uma conversa sobre a biodiversidade da Ria de Aveiro

Esta quarta-feira, 17 de julho, às 18h00, acontece mais uma conversa dedicada à biodiversidade da ria de Aveiro. O evento insere-se num ciclo de conversas abertas à comunidade e conta com a presença de diversos especialistas, nomeadamente Rosa Pinho, Marta Lopes e Ana Sousa, da Universidade de Aveiro, e Fernando Leão, da Quercus Aveiro.

A 13 DE JULHO, NA FIGUEIRA DA FOZ

«Futuro Sustentável» promove limpeza de praia

Henrique Pinho e Beatriz Oliveira, alunos da Escola Dr. Joaquim de Carvalho, em parceria com o Laboratório MAREFOZ, Município da Figueira e Juventude Cruz Vermelha, organizam uma acção de limpeza de praia, em semelhança à realizada dia 25 de maio passado, inserida novamente no projecto «Futuro Sustentável».
A iniciativa acontece dia 13 de julho, por volta das 10h00, com concentração junto à Torre do Relógio.

DGRM PARTICIPA NA 74ª SESSÃO DO COMITÉ DE PROTECÇÃO DO AMBIENTE MARINHO

A DGRM - Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos participou na 74ª Sessão do Comité de Protecção do Ambiente Marinho (MEPC 74), que decorreu na sede da IMO (Organização Marítima Internacional) em Londres.

O objectivo desta Sessão foi deliberar e tomar decisões que contribuam para a prevenção da poluição pelos navios e, consequentemente, para a protecção do Meio Ambiente.

O derrame de petróleo mais longo da história pode ser mil vezes pior do que se imaginava

Segundo um novo estudo, são derramados ao largo do estado norte-americano do Lousiana entre 1500 a 17 mil litros de petróleo por dia.

Em 2004, uma plataforma de petróleo da companhia Taylor Energy ficou danificada quando o furacão Ivan atingiu o Golfo do México. Contas levadas a cabo por cientistas da Administração Oceânica e Atmosférica norte-americana e da Universidade da Florida, nos EUA, elevam entre 100 a 1000 vezes da dimensão estimativa oficial da companhia. Na altura do desastre, a empresa afirmava que estavam a chegar ao oceano menos de 11 litros de petróleo por dia. Agora, acredita-se que, desde então, estão a ser derramados diariamente entre 1500 a 17 mil litros de petróleo.

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