Portos de Portugal
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Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
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O Paraíso dos Cruzeiros

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Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Portos de Aveiro e da Figueira da Foz parceiros do A-AAgora

Os Portos de Avei­ro e da Figueira da Foz fazem parte do consórcio nacional de entidades parceiras no A-AAgora. Este projeto tem como objetivo desenvolver metodologias de soluções inovadoras que possibilitem o restauro de ecossistemas marinhos e co­mu­nidades costeiras, particularmente vulneráveis aos riscos do aumento do nível do mar, bem como aumentar a sua resiliência climática na bacia do Atlântico e do Ártico.

Alterações climáticas reduziram stocks de peixe em metade das regiões marinhas

Investigadores da Universidade da Columbia Britânica (Canadá), do Centro de Soluções Oceânicas de Stanford (EUA) e da Universidade de Berna (Suíça), projectam o impacto que diferentes aumentos da temperatura global e gamas de atividade pesqueira têm na biomassa, de 1950 a 2100. As suas simulações, a partir dos níveis históricos, sugerem que as alterações climáticas reduziram os stocks de peixe em 103 das 226 regiões marinhas estudadas.

VEJA O VÍDEO

A bordo de uma missão da marinha para retirar redes de pesca das águas do Tejo

Retirar do Tejo redes de pesca abandonadas ou mal sinalizadas é o um dos objectivos da Capitania do Porto de Lisboa. São missões que percorrem dezenas de milhas e que a TVI teve oportunidade de acompanhar.

O Guia de Áreas Marinhas Protegidas:

Um Enquadramento para Alcançar Metas Globais para o Oceano

A Revista Science publicou O Guia de Áreas Marinhas Protegidas: um Enquadramento para Alcançar Metas Globais para o Oceano, resultado de 10 anos de investigação colaborativa de 42 cientistas de 38 organizações em 6 continentes. Entre os autores desta publicação está Emanuel Gonçalves, coordenador científico e administrador da Fundação Oceano Azul.

É o mais recente e completo estudo sobre Áreas Marinhas Protegidas (AMP), que sintetiza toda a informação científica necessária para compreender, planear, estabelecer, avaliar e monitorizar a protecção do oceano e da sua biodiversidade, através da criação de Áreas Marinhas Protegidas.

Blue Azores

Um programa de conservação marinha e utilização sustentável do mar dos Açores

Focado na conservação e utilização sustentável do Mar dos Açores, o Programa Blue Azores contribui para a proteção, promoção e valorização dos recursos marinhos do arquipélago, criando novas vias para o desenvolvimento económico sustentável da região.

O Blue Azores nasce de uma parceria entre o Governo Regional dos Açores, o Instituto Waitt, e a Fundação Oceano Azul que se uniram em torno de uma visão comum – proteger, promover e valorizar o capital natural marinho dos Açores – com a ambição de garantir um oceano saudável como base de uma economia azul próspera e sustentável.

O oceano é uma «sopa» de ingredientes para medicamentos e cosméticos

O mar é uma “sopa” de bactérias, algas, vírus, fungos, corais, esponjas, peixes, moluscos e crustáceos, dos quais se extraem “ingredientes” para medicamentos contra o cancro, cosméticos anti-rugas, suplementos alimentares, rações para animais, fertilizantes e descontaminantes.

Os possíveis usos dos recursos marinhos — que a agência Lusa exemplifica — são muitos, e protegidos até por patentes, mas muitas das potencialidades continuam por descobrir debaixo de água — ou até já foram recolhidas em terra, mas as suas propriedades permanecem por decifrar.

Parque Natural Marinho do Recife do Algarve

Primeira Área Marinha Protegida de Interesse Comunitário em Portugal

A costa de Albufeira, Lagoa e Silves tem ao seu largo um dos maiores recifes naturais costeiros de Portugal, que beneficia de condições naturais únicas e de uma biodiversidade marinha ímpar.
Estudos do Centro de Ciências do Mar da Universidade do Algarve (CCMAR/UAlg), que decorreram durante mais de 20 anos, identificaram este recife como uma das áreas mais ricas e produtivas da região, com muitas espécies com interesse comercial e com interesse para a conservação.
 

O calor que expande o mar

Devido à contínua emissão de gases com efeito de estufa e o consequente aumento da temperatura do planeta, também a superfície do oceano irá aquecer. Mais que o degelo das calotas polares da Antárctica ou da Gronelândia, o efeito maior do aquecimento global na subida do nível médio do mar é a expansão térmica. A água do mar é um fluído compressível que se expande com o aumento da temperatura.

Ria Formosa, uma «fábrica» a absorver 2600 toneladas de carbono por ano

Nos ecossistemas marinhos – como sapais e ervas marinhas – pode residir a “bazuca” ambiental de que Portugal dispõe, e não está a contabilizar, para competir no combate pela mitigação aos efeitos das alterações climáticas. Só na ria Formosa, um estudo do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da Universidade do Algarve estima que exista um stock de 200 mil toneladas de carbono capturado – cerca de 30% dos valores armazenados nos principais ecossistemas costeiros do país. As salinas, outra das fontes de retenção dos gases com efeito de estufa, começaram agora a ser estudadas pelo CCMAR. Os resultados preliminares são, para já, promissores.

Investigadores portugueses alertam para o impacto das alterações climáticas nos cavalos-marinhos

Os cavalos-marinhos estão entre os peixes que sofrerão mudanças com as alterações climáticas, de forma a adaptar-se. É o que sugere um grupo de investigadores do MARE-Ispa, que desenvolveu um estudo onde analisou o efeito do aquecimento do oceano no comportamento e fisiologia do cavalo-marinho-de-focinho-comprido (Hippocampus guttulatus).

Para a investigação foram recolhidos espécimes do Estuário do Sado, tendo a sua avaliação sido feita no Biotério de Organismos Aquáticos do Ispa. Em condições laboratoriais controladas, casais desta espécie foram expostos a temperaturas mais elevadas que simulam o efeito provocado pelas alterações climáticas previstas para o final deste século. Os resultados revelam que a exposição a temperaturas elevadas, ou seja, que excedem a temperatura máxima que a espécie encontra no seu habitat, poderão implicar elevados custos energéticos e uma diminuição da sua condição corporal.

Como está a mudar o mar?

A tropicalização dos ecossistemas

A temperatura da água tem aumentado a uma velocidade de 0,1ºC em 10 anos. Um aumento impercetível pelo ser humano, mas que afecta a distribuição das correntes e, consequentemente, os ecossistemas marinhos. Além da subida do nível médio do mar, o aumento da temperatura superficial do oceano é também responsável pela migração de muitas espécies marinhas - como peixes, fitoplâncton e algas - na direcção dos pólos.

Como é que a crise climática vai afectar as pradarias marinhas

As ervas que compõem as pradarias marinhas são fotossintéticas (transformam dióxido de carbono em oxigénio), pelo que a acidificação do oceano deverá torná-las mais produtivas. Já o aumento da temperatura divide os especialistas.

Projecto transforma plástico PET em sensores ópticos para detectar poluentes na água

Investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto estão a transformar o plástico PET recolhido na costa, que por norma vai para aterro, em novos materiais para sensores ópticos com o objetivo de detetar poluentes ambientais na água.

Em comunicado, a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto (FCUP) esclarece que a equipa de investigadores está a desenvolver novos materiais para sensores óticos, com propriedades fluorescentes, a partir do plástico PET recolhido nas zonas costeiras, como garrafas, que por estarem mais degradadas, por norma não vão para os aterros e não são recicláveis.

Os oceanos tornaram-se a lixeira global

Viagem a um mundo que agoniza

“Muitas vezes temos dificuldade em encontrar palavras que transmitam a imensidão do Oceano Pacífico (…). No entanto, enquanto olhava do convés para a superfície do que deveria ser um oceano intacto, fui confrontado, até onde os olhos podiam ver, com a visão do plástico”. As palavras são de Charles Moore, oceanógrafo, citado no livro “As Piores Invenções da História” no artigo que o autor, Eric Chaline, dedica a um pesadelo que “engole” os mares e oceanos do mundo, o plástico. “Plástico não tão fantástico: os estragos do polietileno” faz uma viagem à lixeira global.

AÇORES

2,2 milhões em investigação de habitats marinhos

O Governo Regional anunciou que vai investir 2,2 milhões de euros na aquisição de serviços por ajuste direto na investigação de habitats marinhos de profundidade, a realizar pela Fundação Gaspar Frutuoso, da Universidade dos Açores.

José Manuel Bolieiro, Presidente do Governo dos Açores, afirmou que foi dada a autorização do investimento para “caracterização dos habitats de profundidade, com vista ao seu mapeamento até ao limite exterior da subárea dos Açores da Zona Económica Exclusiva Portuguesa”.

OBJECTIVO 55

Como é que a UE concretiza a transição ecológica?

No âmbito do Pacto Ecológico Europeu e com a Lei Europeia em matéria de Clima, a UE estabeleceu para si própria a meta vinculativa de alcançar a neutralidade climática até 2050. Para tal, é necessário que os níveis actuais das emissões de gases com efeito de estufa diminuam substancialmente nas próximas décadas. Como etapa intermédia rumo à neutralidade climática, a UE aumentou a sua ambição em matéria de clima para 2030, comprometendo-se a reduzir as emissões em pelo menos 55 % até 2030.

Conservar e proteger o mar é o grande desafio do ODS 14

O ano de 2030 é o horizonte que a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) estabeleceu, através dos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), para a humanidade melhorar as condições de vida e a sustentabilidade do planeta. Entre as várias metas estabelecidas, espera-se que, em oito anos, haja um combate efectivo à pesca excessiva, à pesca ilegal e à poluição marinha, aumente a conservação da biodiversidade e minimize-se os efeitos da acidificação dos oceanos. É um roteiro ambicioso, mas que apresenta vários desafios.

Campanha para a conservação do cavalo-marinho arranca nas Ilhas da Ria Formosa

Uma iniciativa para informar o público acerca da população ameaçada de cavalos-marinhos da Ria Formosa acaba de ser lançada pelo Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) e pelo Almancil International Rotary Club (AIRC).

De acordo com o CCMAR, em 15 anos, a população de cavalos-marinhos na Ria Formosa diminuiu mais de 90%, encontrando-se actualmente em risco.

VAI À PRAIA?

Fixe cinco hábitos amigos do mar, dos areais e da fauna marinha

A estação mais quente do ano traz consigo o calor, as férias e a vontade de passar os dias nas praias a aproveitar o bom tempo. Apesar disso, nem sempre é de conhecimento geral o impacto que uma ida à praia pode causar nos oceanos e espécies marinhas. Sabendo que os efeitos da ação humana na natureza têm sido cada vez mais visíveis, é fundamental adotar determinados comportamentos para que as gerações futuras possam continuar a desfrutar daquilo que o Planeta Terra tem de melhor.

A Cash Converters recorda-nos cinco hábitos a adotar para que seja possível aproveitar a praia de uma forma sustentável.

A 6 DE AGOSTO

Caça à beata na Gafanha da Nazaré

Este sábado, 6 de Agosto, vai realizar-se uma campanha de sensibilização e colecta de beatas na praia da Barra, dinamizada pela Junta de Freguesia da Gafanha da Nazaré.

Com esta acção a Freguesia pretende sensibilizar a população em geral para o tópico da poluição e promover a limpeza do areal. Para além desta “caça à beata”, também irão entregar cinzeiros de bolso feitos a partir de cana e rolhas de cortiça. Quem quiser participar só tem de se dirigir ao ponto de encontro, junto à bandeira azul.

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