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Cultivar lavagantes para repovoar

O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, no Porto, e a Estação Litoral da Aguda, em Vila Nova de Gaia, estão a promover um projecto de cultivo do lavagante para fins de repovoamento. Em Setembro de 2011 libertaram-se, pela primeira vez, animais cultivados em laboratório.

Segundo os promotores desta campanha de repovoamento, o lavagante europeu está a desaparecer do mar da Aguda devido à captura excessiva e escassas políticas de conservação. O projecto do ICBAS/ELA foi iniciado em 2006, quando os pescadores locais começaram a verificar que apanhavam cada vez menos crustáceos e mesmo os capturados eram de pequenas dimensões.
Desde então foram criadas condições na Estação Litoral da Aguda para manter lavagantes adultos em cativeiro e proceder à cultura de larvas e juvenis. Hoje, foram libertados os primeiros animais cultivados em laboratório em zonas reservadas e respeitadas pela pesca local, uma vez que o sucesso desta acção depende também da compreensão e colaboração dos pescadores, para que não seja exercida a pesca nessas zonas durante um determinado tempo (cerca de quatro a cinco anos).

Os resultados dos estudos até agora efetuados estão a ser tratados numa tese de mestrado de Ciências do Mar e Recursos Marinhos do ICBAS, elaborada por Ricardo Melo, sob a orientação do biólogo do ICBAS e director da Estação Litoral da Aguda, Mike Weber.

O objectivo é que os conhecimentos adquiridos sobre o estado da população local, em paralelo com o aperfeiçoamento das técnicas de cultivo e métodos, forneçam as condições necessárias para o repovoamento do lavagante no mar da Aguda, com sucesso.

O lavagante europeu é um crustáceo muito apreciado na gastronomia, mas tem um crescimento muito lento que depende de vários factores. Um exemplar que ultrapassa os três quilos poderá ter 50 anos de idade.








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