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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

VIRIATO SOROMENHO MARQUES

As rotas do mar

O DN tem dedicado, e com razão, uma atenção particular aos assuntos do mar. Pode parecer paradoxal, mas a verdade é que nesta altura de fraqueza estratégica, Portugal dispõe em torno do mar de condições subjetivas, de recursos científicos e "capital humano", como desde há muito não se encontravam reunidos.

O mar é não só uma oportunidade, que a nossa ZEE torna quase incomparável na UE, como também um fator de risco intensificado pelas alterações climáticas.

Para ambos, oportunidade e risco, é preciso mobilizar conhecimento e acção. Com efeito, Portugal regista uma convergência acentuada entre intenções e meios para as realizar. Temos uma comunidade científica ligada ao mar que conta mais de 3000 elementos, entre os quais 800 doutorados.

Contamos com quase duas dezenas de instituições dedicadas à pesquisa científica, entre Laboratórios de Estado, Laboratórios Associados, Centros de Investigação. Entre navios e outros equipamentos, o País pode explorar a sua ZEE até aos 6000 metros de profundidade. Diferentes sectores da economia, desde a indústria aos transportes, passando pela energia e o comércio, têm manifestado a sua predisposição para aderirem como partes ativas a este objetivo.

A obra está enunciada. Os meios mais difíceis, ligados à formação e competência, estão reunidos. Seja no quadro de uma Europa capaz de se reerguer, solidária, do pesadelo em que por culpa própria mergulhou, seja na necessidade de romper o jugo de novas servidões, Portugal precisa de uma política capaz de encontrar no regresso prudente e sustentável ao mar e aos oceanos uma parte fundamental da sua estratégia de afirmação e liberdade.

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