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Notícias

Fim de cruzeiros diários da Douro Azul tira milhares de passageiros à CP

A empresa de turismo Douro Azul vai acabar com os cruzeiros diários porque quer apostar num segmento de luxo com passeios fluviais de mais de um dia e, com isso, vai tirar milhares de passageiros à CP.

A Douro Azul utiliza o comboio como meio de transporte complementar dos clientes dos cruzeiros de um dia. Em 2012, a operadora turística transportou 57 mil passageiros, dos quais 45 mil viajaram de comboio entre Porto e Régua para realizar a viagem de ida ou de regresso.

"No próximo ano julgamos que a importância da CP para a nossa actividade será reduzida, ou mesmo nula, uma vez que deixaremos de operar com barcos diários", diz Mário Ferreira, administrador da Douro Azul, que tem um rol de queixas da transportadora pública, que acusa de ser incapaz de responder aos pedidos de comboios especiais e de carruagens extra, nos picos de movimento turístico. Muitas vezes a solução foi transportar os clientes de autocarro. Apesar de o fim dos cruzeiros diários se dever a uma nova estratégia da empresa, Mário Ferreira acusa a CP de criar "muitos obstáculos", comunicar "mal" e não ser "sensível às necessidades dos operadores e dos passageiros".

O administrador diz que "a maioria das reclamações que recebemos em 2012 não se refere aos serviços da Douro Azul, às viagens de barco, mas sim às viagens de comboio". O empresário acrescenta que a imagem que a CP dá aos clientes é "péssima", dado o "número absurdo de pessoas que viajam de pé", incluindo idosos, grávidas e pessoas com crianças ao colo. Tudo isto, explica, porque a CP não disponibiliza comboios em número suficiente e vende bilhetes de grupo em overbooking.

Outra queixa são os vidros completamente "grafitados" das carruagens, o que é particularmente grave em viagem cujo objectivo principal é mesmo apreciar a paisagem do rio que corre ao lado da via férrea.

"Infelizmente estas situações coincidem com avarias do ar condicionado e o que poderia ser uma viagem agradável transformava-se num autêntico pesadelo", comenta ainda Mário Ferreira.

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