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CAVACO SILVA:

Portugueses esqueceram o mar, a agricultura e a indústria

O Presidente da República afirmou esta quarta-feira que o país precisa de “ultrapassar estigmas” e voltar a olhar para os sectores que esqueceu nas últimas décadas: o mar, a agricultura e a indústria.

Cavaco Silva falava na sessão de abertura do Congresso das Comunicações, subordinado ao tema "Um Mar de Oportunidades" – uma inspiração nos recentes apelos do chefe de Estado, admitira, pouco antes, o presidente da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), Pedro Norton.

“Numa altura em que urge criar riqueza no país e gerar novas bases de crescimento económico, é necessário olhar para o que esquecemos nas últimas décadas e ultrapassar os estigmas que nos afastaram do mar, da agricultura e até da indústria”, disse o Presidente, que também foi primeiro-ministro entre 1985 e 1995. O país tem que voltar a focar-se nesses sectores para produzir “em maior gama e quantidade, produtos e serviços que possam ser dirigidos aos mercados externos”, apelou.

Porém, na avaliação do Presidente, Portugal permanece um país caracterizado por “realidades económicas que vivem a diferentes velocidades”. Embora haja sectores inovadores, “extremamente tecnológicos”, estes convivem ao lado de sectores “de cariz ainda muito tradicional”. E é para estes últimos que o contributo das tecnologias da informação e da comunicação pode ser um acelerador de mudança.

Um sector que, segundo Pedro Norton de Matos, representa hoje 7% do PIB e tem uma facturação de 11,5 mil milhões de euros.

E não falta tudo a Portugal: “A nossa geografia, os nossos recursos naturais e o mar são, indubitavelmente, uma dessas opções”, lembrou Cavaco Silva. Por isso, “no exercício da magistratura de influência que cabe ao Presidente da República”, o governante realça que tem “procurado contribuir para gerar no país a ambição de construir um modelo de desenvolvimento económico mais sustentável e mais diversificado do que tem sido até aqui”.

A economia do mar, disse ainda, perfila-se como uma opção “promissora de desenvolvimento”, pelo potencial que encerra nos sectores dos transportes, alimentação e nutrição, energia, e novos usos e recursos do mar, como a biotecnologia marinha e as tecnologias subaquáticas, enumerou o Presidente.

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