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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

Angolanos compram 80% da Cofaco, que tem fábricas no Pico e S. Miguel

O grupo de investidores angolanos detentores do Jornal Sol, que tem um acordo para a compra dos jornais pertencentes a Joaquim Oliveira, entre os quais se inclui o Diário de Notícias, Jornal de Notícias, Açoriano Oriental e a rádio TSF, acaba de firmar o negócio de aquisição de 80% do capital que o Grupo Machado detinha na Cofaco, de acordo com a informação apurada pelo Jornal “Correio dos Açores”.

Recorde-se que o grupo Machado, além da sua participação na Cofaco, estendeu os negócios nos Açores ao sector da construção civil com a compra do grupo Martins Mota, com destaque para a empresa Luís Gomes que entrou em processo de insolvência.
Na área do Turismo, através da participação que a empresa Luís Gomes detém na Asta, o grupo Machado detém 50% no hotel das Termas, nas Furnas, e no hotel Casino, em Ponta Delgada.

A Cofaco tem uma unidade industrial a laborar no Pico e outra em São Miguel, depois de ter encerrado a unidade que detinha no Faial. O grupo Machado tinha em carteira um projecto de remodelação das suas unidades industriais cujo investimento seria apoiado por fundos comunitários.

O mercado conserveiro é complexo e resta saber como se posicionará o antigo dono da Cofaco, Luís Tavares, que continua a deter 20% do capital social do grupo conserveiro nos Açores.
A expectativa quanto ao futuro da indústria conserveira açoriana é grande face à entrada dos angolanos no capital social deste importante sector.

Um negócio em que todos podem ganhar

Este negócio da compra da ‘Cofaco’ pelo grupo empresarial angolano poderá ser uma lufada de ar fresco no negócio do atum nos Açores. Desde logo, o grupo empresarial angolano poderá ser, proximamente, a ponte para a frota atuneira açoriana pescar atum em Angola.
Na verdade, na sua rota migratória, os cardumes de atum passam muito mais cedo nos mares de Angola, permitindo que a frota de salto e vara se possa deslocar para os mares angolanos e tenha em terra toda a logística de que necessita para fazer grande capturas com o método de salto e vara.

Assim, a frota dos Açores poderia iniciar a safra do atum muito mais cedo, eventualmente no final de Janeiro, princípio de Fevereiro e estar nos Açores em Março que é quando, em condições normais, os cardumes começam a passar nos mares da Região muito próximos das ilhas.
Por sua vez, o grupo empresarial angolano vai beneficiar directamente das potencialidades ecológicas da marca Açores nas conservas para poderem vender, valorizar o seu negócio em nichos especiais do mercado internacional, designadamente nos Estados Unidos da América e em Itália, além de Espanha e mesmo na França.

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