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Bruxelas prevê cortes nas pescas de nove espécies em águas portuguesas

A Comissão Europeia apresentou quarta-feira a sua proposta de possibilidades de pesca para 2013 no Atlântico, que prevê a redução dos totais admissíveis de capturas (TAC) para nove unidades populacionais em águas portuguesas, na grande maioria acima dos 20%.

Entre as unidades populacionais para as quais é proposta uma redução de TAC, contam-se reduções de 55% das capturas de arinca e de 38% para as de tamboril na costa portuguesa, Portugal Ocidental, Açores e Madeira.

Ainda para estas águas territoriais, Bruxelas propõe também a redução de 27% do total de capturas de areeiros, 20 por cento das possibilidades de pescas de solha, juliana, escamudo e linguado, 10% das capturas de lagostim, e, por fim, uma redução de 3 por cento das capturas de carapau na costa portuguesa e Portugal Ocidental.

Em contrapartida, a proposta da Comissão admite aumentos das possibilidades de pesca de pescada (15%) na costa portuguesa, Portugal Ocidental, Açores e Madeira, e de 1 por cento das capturas de bacalhau nos Açores e Madeira, mantendo inalteradas as quotas para a anchova.

Ao critério de Portugal, ficam as possibilidades de pesca de Carapau na Madeira e Açores, e de badejo em todas as águas.

A proposta hoje apresentada estabelece totais admissíveis de capturas e níveis de esforço de pesca para as unidades populacionais geridas exclusivamente pela UE. Em termos gerais, a Comissão decidiu, com base em pareceres científicos, propor aumentar ou manter os TAC para 16 unidades, e reduzi-los no caso de 47, adiando propostas sobre 13 espécies para as quais ainda não há pareceres científicos.

A proposta da Comissão será agora alvo de negociações com os Estados-membros, tradicionalmente longas.

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