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COM VÍDEO

Segurança Marítima foi tema central do Dia Mundial do Mar

O Auditório do Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Continente, em Paço d'Arcos, recebeu esta quinta-feira uma sessão comemorativa do Dia Mundial do Mar 2012, que este ano se centrou no tema da Segurança Marítima - "100 anos depois do Titanic".

A sessão comemorativa contou com vários convidados do setor marítimo-portuário e com vários alunos da ENIDH na plateia. Como intervenientes estiveram Markku Mylly, diretor executivo da EMSA, o Cmdte. António Moreira (IPTM) e João Carvalho (presidente do IPTM).

Numa breve entrevista à CARGO Vídeos (que pode ver aqui), o Cmdte. António Moreira abordou as alterações vividas no âmbito da segurança marítima, traçando um cenário atual cheio de desafios, a nível internacional mas também nacional.

De resto, o único painel desta sessão centrou-se no tema "Da Convenção SOLAS aos nossos dias", numa apresentação bastante entretida
levada a cabo, precisamente, pelo Cdte. António Moreira, o qual promoveu uma "reflexão do que foi e do que está a ser feito para que cada vez menos acidentes aconteçam e para que quando aconteçam as consequências sejam cada vez mais limitadas".

Considerando que "o acidente do Titanic se converteu num marco da história da segurança marítima", António Moreira enumerou uma série de alterações no âmbito da Segurança Marítima 'provocadas' pela tragédia do famoso navio de passageiros, como o "Ice Patrol", a moderação da velocidade dos navios, a alteração nos sistemas de alarme (ao nível do alcance do sinal, por exemplo) ou, mais tarde, o Código ISM o qual, entre outras coisas, tornava as companhias responsáveis pela segurança dos seus navios.

O Cmdte. realçou, porém, que ainda há muito para ser feito, tendo sobretudo em conta "os avanços tecnológicos e o aumento da dimensão dos navios".

Numa intervenção mais curta, que serviu também de encerramento desta Sessão Comemorativa, João Carvalho realçou que o acidente do Titanic teve o condão de "ter obrigado os estados a atuar no âmbito da segurança marítima". A nível interno, vincou que os "Governos não podem ficar preocupados apenas com a ratificação das normas internacionais".