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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

Movimento de mercadorias nos portos nacionais cresceu 5,9% no 2º trimestre

Segundo dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o total de mercadorias movimentadas nos portos nacionais cresceu 5,9% no segundo trimestre de 2012 quando comparado com o período homólogo do ano passado. Ao todo foram movimentadas 17,9 milhões de toneladas entre abril e junho deste ano.

Sines destacou-se com um crescimento acentuado de 20,1%, em termos homólogos, mantendo o desempenho observado no trimestre anterior. Já os portos de Lisboa e Leixões sofreram ligeiras alterações face a período homólogo de 2011, se bem que com tendência contrária: +1,3% no porto da capital; -1,8% no porto leixonense.

No seu conjunto, os portos de Sines, Lisboa e Leixões representaram 77,1% do movimento total de mercadorias.

Também o porto de Aveiro registou crescimento no período em questão, com uma subida de 4,8%. Já os portos da Figueira da Foz e de Setúbal viram os seus números baixar 6,4% e 5,9%, respetivamente).

O INE refere ainda que houve uma evolução positiva de 8,6% verificada no tráfego internacional de mercadorias. O crescimento neste segmento, o qual representa 83,5% do movimento total, compensou a diminuição de 6,3% registada no tráfego nacional. Aqui, uma vez mais o destaque vai para o porto de Sines que acolheu a larga maioria do acréscimo verificado no tráfego internacional, com uma variação homóloga positiva de 22,8%.

Carga ferroviária e aérea em quebra

Nos modos ferroviário e aéreo, a tonelagem de mercadorias transportadas ficou aquém da registada no mesmo trimestre do ano anterior, com reduções de 7% e 7,6%, respetivamente.

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