Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

PENICHE

Fábrica de conservas cria 100 postos de trabalho até 2015

A fábrica de conservas ESIP de Peniche, a maior do país, vai criar até 2015 uma centena de postos de trabalho, após a ampliação das suas instalações concretizada através da cedência de um imóvel da Docapesca, anunciou a empresa.

Durante a assinatura do acordo entre as duas entidades e a Câmara de Peniche, Ricardo Luzio, diretor da conserveira, afirmou que «a fábrica se compromete a, até 2015, contratar mais 100 trabalhadores e a fazer investimentos», condições impostas em troca da cedência do interposto frigorífico da Docapesca, já desativado e contíguo às suas instalações, escreve a Lusa.

A ESIP (European Seafood Investments Portugal) vai investir 1,3 milhões de euros em obras de adaptação do espaço e de melhoria ambiental, com a ampliação da estação de tratamento de águas residuais e da implementação de sistema de tratamento de odores provocados, reduzindo os impactos negativos provocados, nomeadamente maus cheiros detetados à entrada da cidade.

O acordo prevê que, por ano, sejam investidos 500 mil euros na fábrica, além da renda anual de 15 mil euros pagos à Docapesca.

O responsável explicou que o antigo interposto frigorífico, cedido por 20 anos, «aumenta as condições de armazenamento e de congelação», ao ter capacidade para receber mais duas mil toneladas de pescado, o que permite diversificar as atividades da indústria, garantindo assim uma maior sustentabilidade e competitividade à escala mundial no mercado das indústrias conserveiras.

A diversidade de produtos fabricados tem vindo a aumentar a rentabilidade da indústria, o que se tem traduzido no aumento da faturação e na criação de novos postos de trabalho: passaram de 200 em 2007 para 400 este ano, além dos temporários, que oscilam entre os 100 e os 400. Nesta altura do ano, a fábrica chega a ter 800 trabalhadores.

Com as instalações, a fábrica passará a abastecer-se de menores quantidades de pescado noutros portos do país, reduzindo assim custos de transporte.

Sair de Peniche é agora menos provável

Com estes investimentos, Ricardo Luzio disse que a eventual «deslocalização da fábrica para fora de Peniche fica minimizada», tendo em conta que o setor se tem vindo a deparar com a redução das capturas da sardinha e, por isso, com a escassez pontual da matéria-prima para conservas deste pescado, que representam metade do seu volume de negócios.

A ESIP, atualmente detida por capitais tailandeses do maior grupo mundial conserveiro, fechou o ano passado com um volume de negócios de 60 milhões de euros e deverá faturar este ano mais 10 milhões de euros.

Na cerimónia, presidida pelo secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, o presidente da câmara, António José Correia (CDU), sublinhou a importância do acordo, ao melhorar a empregabilidade, numa altura em que a taxa de desemprego no concelho duplicou por comparação a 2005.

O interposto foi construído em terrenos do município, cedidos em direto de superfície à Docapesca por um período de 20 anos. Neste sentido, as duas entidades estabeleceram um novo acordo a aceitar a cedência do edifício à ESIP nos próximos 20 anos, a partir de outubro.

FONTE