Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

MITOLOGIA

Os Oceanos | A origem do amor

A palavra “oceano” tem origem na mitologia grega e na forma como esta transpunha para o seu universo teológico, as pouco compreendidas forças da natureza.
Segundo a interpretação mais consensual do poema teogónico de Hesíodo, Chaos (a Força/Universo Primitivo), que continha todos os elementos primordiais e capacidade para os controlar, deu origem aos Deuses primogénitos e pré-olímpicos.

Uma das divindades descendentes diretas de Chaos foi Gaea (a Terra), a qual gerou Uranus (o Céu) para que este a envolvesse. No entanto Uranus todas os dias descia sobre Gaea criando as noites, e fecundava-a dando origem a vários descendentes, entre os quais seis Titânides e seis Titãs (deuses gigantes personificando forças da natureza) entre os quais Cronos, Oceanus e Tethys.


Oceanus representado na fonte Trevi em Roma

Oceanus era o Titã que pessoalizava as vastas massas de água conhecidas pelos gregos, que as imaginavam um enorme rio circundante à Terra e onde esta flutuava.
Oceanus uniu-se à sua irmã Tethys, dando origem a três mil Oceânides, divindades representativas dos fenómenos marinhos e os fundos inacessíveis dos oceanos, as quais por sua vez geraram três mil rios, entendidos como mais pequenos cursos e massas de água interiores.

Mas Uranus odiava os seus filhos por perceber que estes não aprovavam a forma como abusava da fertilidade da sua mãe Gaea. Temendo sofrer retaliações dos seus numerosos descendentes já detentores de grande poder, aprisionou-os no ventre de Gaea causando-lhe grande sofrimento.
Gaea pediu aos seus filhos que a ajudassem a acabar com a dor provocada por Uranos, sendo Cronus o filho mais novo e mais revoltado com a luxuria do pai, o único a decidir enfrentá-lo de forma a terminar o suplício que este infligia à mãe.

O jovem Titã utilizou uma arma forjada por Gaea para castrar o pai, lançando os seus genitais ao oceano.
Da espuma criada pelos órgãos reprodutores de Uranos arremessados por Cronus ao mar, nasceu Aphrodite, a Deusa do Amor, beleza, prazer e procriação – O Amor surgiu do Mar.

Colaboração de Luís Sousa
 

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB