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Porto de Viana poderá crescer 20% este ano com as exportações

O porto de Viana do Castelo movimentou nos primeiros cinco meses deste ano cerca de 250 mil toneladas de carga, mais de metade para exportação, um aumento de 47% face a igual período de 2011.


"A tendência do crescimento nestes cinco meses é muito superior a 2011, já movimentámos quase 250 mil toneladas. Este ano poderemos chegar, a este ritmo, às 600 mil toneladas", explicou o administrador Brogueira Dias.

Nos primeiros cinco meses de 2011, o porto tinha movimentado cerca de 170 mil toneladas. "As coisas estão a correr melhor que o previsto", admitiu o responsável.

Os números foram revelados hoje pela Administração do Porto de Viana do Castelo (APVC), no âmbito do encerramento da semana aberta da infraestrutura portuária.

Em 2011, o porto movimentou meio milhão de toneladas, tendo a administração estabelecido uma meta de 10% de crescimento para este ano.

A concretizarem-se os atuais ritmos de crescimento, o aumento no final deste ano poderá duplicar e chegar aos 20%. "Mas, sobretudo, é importante registar a inflexão que aconteceu, de um porto importador para exportador. As exportações já têm mais peso, à razão de 55 para 45%", admitiu ainda o administrador da APVC, controlada pela Administração dos Portos do Douro e Leixões, a qual lidera também, de forma interina, depois da saída de Matos Fernandes, em abril.

Entre as principais cargas movimentadas em Viana do Castelo contam-se caulinos, botijas de gás, asfalto, papel canelado, madeira de pinho, madeira para mobiliário e componentes eólicos, entre outros.

Atualmente emprega direta e indiretamente cerca de 150 pessoas e em 2011 registou resultados operacionais positivos em 235 mil euros, "um dos mais altos e consolidados" de sempre.

Entretanto, a APVC admite estar a trabalhar numa solução para a exploração das marinas da cidade, cuja concessão previa a transformação do porto comercial numa marina atlântica, para barcos de recreio de mais de 20 metros, que deverá ser assumida "em parceria com a Câmara de Viana do Castelo e os agentes privados locais".

"De forma a conseguir fazer a reconversão do antigo porto comercial para uma nova marina, oceânica, virada para outro segmento de mercado", sublinhou o administrador, apontando a próxima primavera como objetivo para colocar o equipamento a funcionar, agora noutros moldes de gestão.

O último concurso para a gestão acabou por ser anulado há dias, depois de o consórcio vencedor não ter garantido o pagamento da caução bancária do contrato de exploração que assinou com a APVC, a 18 de abril.

Este foi já o segundo procedimento concursal de um processo que se arrasta há vários anos, inclusive com recurso a tribunais.

"Estamos a estudar a melhor solução, mas um novo concurso demoraria sempre mais um ano ou mais. Isso é mau para todos, principalmente para Viana do Castelo, e acho que há formas de ultrapassar essa situação sem lançar outro concurso", garantiu Brogueira Dias.

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