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«DN MAR», NOVO PROJECTO DO «DIÁRIO DE NOTÍCIAS»

Durante seis meses, com início a 1 de Julho

O DN Mar tem por objectivo, a partir de 1 de Julho e durante seis meses, promover as potencialidades do espaço marítimo e mergulhar em algumas das indústrias que operam neste sector. A partir dessa data o DN trará rubricas na primeira e na última página. E na última quinta-feira de cada mês é publicado um caderno especial de 16 páginas dedicado a temas como o Ambiente, o Turismo, os Portos e a Construção Naval, a Exploração Marítima, as Pescas e os Desportos de Mar.

A iniciativa teve início este domingo, dia 10 de Junho, com uma edição especial intitulada Heróis do Mar. Aqui foi lançado o projecto e feito “o relato da relação de Portugal com o Mar ao longo da história - publicaremos reportagens ao longo do litoral português; vamos também perceber como a música, a literatura e o cinema se relacionam com o Mar”.

UM DOS ARTIGOS DO NOVO PROJECTO: NA FAINA DE UMA TRAINEIRA

LEIA O EDITORIAL DO "DN" SOBRE ESTE PROJECTO

Dos navegadores portugueses, Fernão de Magalhães é aquele que teve direito a dar nome a uma galáxia. Faz sentido, ele próprio avistou por volta de 1519 essa Nuvem de Magalhães quando navegava no hemisfério sul. E nos séculos XV e XVI os oceanos eram um desafio tão grande como hoje o espaço. Pouco se conhecia, muito se temia, raros eram os que ousavam desafiar o desconhecido. Magalhães, que cruzou o mundo ao serviço de Espanha, beneficiou de uma cultura de empreendedorismo, de espírito científico e também de fervor religioso, que marcou o Portugal da era dos Descobrimentos. E ter-se celebrizado ao serviço de outro país não lhe retira mérito, nem à sua pátria. Era comum os navegadores servirem diferentes coroas ao longo da vida. Américo Vespúcio, que daria nome ao Novo Mundo, era um italiano que serviu Portugal, identificando como novo continente as terras descobertas ao serviço de Espanha por Cristóvão Colombo, outro italiano.

Foi o mar que nos fez grandes como país. E não se trata de orgulho pátrio exagerado. No grande museu marítimo de Hamburgo, cidade portuária alemã, são homenageados com bustos logo à entrada os sete grandes navegadores da história mundial. Está lá um islandês, um chinês, um italiano, um britânico...e três portugueses - Magalhães, Bartolomeu Dias e Vasco da Gama. Um trio que se construiu na companhia de outros grandes como Gil Eanes, Diogo Cão, Pedro Álvares Cabral. Dessa saga ficaram fortalezas e igrejas, património da humanidade, miscigenação e muita língua portuguesa.

Riquezas foram muitas as que o mar nos trouxe. Mas se o passado marítimo foi glorioso, o futuro promete. Do turismo à pesca, da energia das marés à exploração das profundezas marítimas, há tanto por aproveitar. Findo o império, voltámos a ser pequenos, mas só em terra. Continuamos a ter um mar imenso e que pode até duplicar se forem bem-sucedidos os nossos esforços junto da ONU.

Precisa-se agora é de gente sem medo, de empresários empreendedores, de governantes sábios. Foi assim há cinco séculos, como cantou Camões. Pode voltar a ser assim, como mostra esta edição do DN dedicada aos heróis do mar. O mar não é passado. É futuro.

Com a terceira maior zona económica exclusiva dos países da União Europeia, Portugal dispõe ainda de 1853 quilómetros de costa, repartidos pelo litoral continental e as regiões da Madeira e dos Açores. Trata-se de um património inigualável e de um imenso oceano de oportunidades.

No contexto de dificuldades económicas que Portugal atravessa, esta situação geográfica privilegiada coloca-nos perante o desafio de encontrar formas de melhor utilizar e rentabilizar os recursos naturais. Naturalmente que este desígnio só é alcançável se houver um forte empenho, económico e político, na aposta de "regresso" ao mar.

Esta tem sido, aliás, uma realidade abordada em diversos fóruns, quer pelo Presidente da República quer por protagonistas do actual Governo. Porém, o aproveitamento dos recursos marítimos não se faz apenas com palavras ou intenções. É preciso passar à ação.

Nesse sentido, propomo-nos convocar os leitores para um novo projeto, o DN Mar, que tem por objetivo, a partir de 1 de julho e durante seis meses, promover as potencialidades do espaço marítimo e mergulhar em algumas das indústrias que operam neste sector. A partir dessa data teremos rubricas na primeira e na última página. E na última quinta-feira de cada mês publicaremos um caderno especial de 16 páginas dedicado a temas como o Ambiente, o Turismo, os Portos e a Construção Naval, a Exploração Marítima, as Pescas e os Desportos de Mar. Contamos, como sempre, com o contributos dos nossos leitores para nos fazerem chegar ideias e sugestões.







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