Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

MATOS FERNANDES, PRESIDENTE DA APDL

«Portos deixaram de vender complexidade e passaram a vender serviços»

Terminou esta quarta-feira o Logistics&Suply Chain Meeting 2012, o maior evento de Logística e Supply Chain no nosso país, que reuniu líderes da cadeia de abastecimento, ao nível da indústria, retalho e serviços logísticos em Alverca. Promovido pela Logística Moderna, o evento contou com 70 especialistas a intervir em 48 conferências, 5 mesas-redondas, 9 ‘case-studies’ e mais de 2 mil visitantes.

Entre as diversas intervenções o destaque vai para a mesa-redonda que debateu “A importância do Transporte Marítimo nas Cadeias de Abastecimento” e que contou com as intervenções de Matos Fernandes (APDL), José Simões (APS), João Silva (Nacex) e Joaquim Azeredo (Garland).

Matos Fernandes (na foto), presidente da Administração do Porto de Leixões (APDL), começou por dar ênfase à evolução registada nos últimos anos nos portos, os quais “deixaram de vender complexidade e passaram a vender serviços”, destacando o papel extremamente importante que os sistemas de informação tiveram neste âmbito. Porém, Matos Fernandes refere que muitas vezes a aparente facilidade dos processos e da atividade portuária não passa de uma ilusão de óptica, uma vez que “um porto não deixou de ser um nó muito complexo na cadeia logística, constituindo-se como um espaço de encontro de diversas atividades”, muitas vezes de áreas que nada têm a ver umas com as outras.

Um dos desafios atuais dos portos passa, segundo o presidente da APDL, por uma evolução “no sentido da transparência”, algo que está a ser tido em boa conta no porto de Leixões. “Um bom exemplo é a criação do Dia do Porto de Leixões, que tem levado muitas pessoas a visitar e conhecer o porto por dentro, mas também temos apostado na transparência ao nível do negócio, com o serviço ‘Siga Contentor’”, salienta Matos Fernandes.

Por fim, no que diz respeito a desafios para o futuro, o presidente da APDL apontou baterias para dois pontos que considera essenciais: A “transferência para a cadeia logística dos ganhos de produtividade dos portos” e a “organização da factura portuária”.

Em representação de Lídia Sequeira, presidente da Administração do Porto de Sines (APS) que não pôde marcar presença no evento, esteve José Simões. Desafiado a comentar a realidade atual do projeto da Janela Única Portuária (JUP), o membro da APS referiu que este é “um processo já consolidado, embora tenha sido um projeto complexo e que demorou bastante tempo”. Ainda sobre a JUP, José Simões considerou “notável” o facto de este ter sido um projeto que conseguiu que “todas as entidades estatais envolvidas, direta ou indiretamente, se tenham juntado para criar um ‘back-office’ organizado que se apresente aos clientes dos portos”.

Salientando a importância da JUP para os terminais de contentores nacionais, que muito contribuíram para acelerar o seu processo de instalação nos portos nacionais, José Simões lembra que “o segmento de carga contentorizada é o que mais cresce nos portos nacionais e os terminais de contentores têm conseguido bater recordes de forma consecutiva”, acrescentando que a JUP também contribuiu para que “em média, dois dias e meio antes dos navios chegarem ao porto de Sines já estão emitidas autorizações para que esses atraquem e voltem a partir”.

Por fim, e com os olhos postos no futuro, José Simões realça que o porto de Sines está a trabalhar para que “o processo da JUP se estenda ao ‘hinterland’ e ao ‘foreland’”.

fonte



 

VISITE OS RECURSOS DA APLOP (ASSOCIAÇÃO DOS PORTOS DE LÍNGUA PORTUGUESA), NA WEB
 

 

 

 







Artigos relacionados:

  • Porto de Leixões tem capacidade para reduzir o custo da operação
  • «Leixões é a maior obra do Fontismo»
  • Nos bastidores do Porto de Leixões
  • Leixões trabalha com Portos da Venezuela
  • «Temos sido eficientes a movimentar a carga e por isso temos sido escolhidos»
  • A Economia do Mar: Uma Saída para a Crise
  • Estamos de parabéns!
  • Acordo APDL/BOLIPUERTOS
  • Porto de Leixões cresce 24% nas exportações no primeiro semestre
  • Reportagem do «Porto Canal»
  • Consórcio Opway e Ferreira ganha construção no Terminal de Leixões
  • Porto de Leixões em destaque na TVI
  • APDL e ENIDH assinam protocolo de colaboração
  • «Mais do que bons vizinhos, queremos ser bons parceiros»
  • Obra vai potenciar o turismo da região
  • Portos nacionais estão a ganhar quota de mercado
  • Porto de Leixões dá sinal positivo da economia portuguesa
  • Congresso das Exportações seduz portos nacionais
  • Entrevista do Presidente da APDL ao Jornal de Notícias
  • Apresentação de Matos Fernandes, Porto de Leixões, APDL