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Notícias

POR LUÍS SOUSA

Os anabolizantes portuários

Dispensando um pouco de atenção aos sinais procedentes dos respetivos órgãos de tutela governamental, é possível constatar que vivemos a antecâmara de uma nova política para os portos nacionais. “Nova” política o “velho” objectivo: o aumento da competitividade dos mesmos.

Maior competitividade significa maior capacidade para disponibilizar os produtos e serviços certos, no momento e ao preço adequado, com maior eficiência que os concorrentes. A análise cuidada destes três vetores de atuação, possibilitará a identificação e algum controlo sobre as variáveis se colocam entre os objetivos e a sua concretização.

Mas este exercício será insuficiente se não forem tidos em conta aspetos relevantes, inerentes às especificidades dos Portos enquanto charneiras de desenvolvimento económico e social.

Percebemos hoje que um Porto é base de uma importante e inevitável articulação entre bens, serviços e interesses públicos e bens, serviços e interesses privados.

A coexistência de capital público e privado numa unidade económica é por natureza conflituante mas as áreas portuárias demonstram que a fricção entre as duas vertentes é geradora da energia necessária para projetar os Portos para novos patamares de competitividade.

Por Luís Sousa
 
LEIA A VERSÃO EM INGLÊS DESTE ARTIGO







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