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TITANIC TIMELIME -10 DE ABRIL

Os ilustres que embarcaram, o fogueiro que fugiu e J. P. Morgan, que desistiu à última hora

Na viagem inaugural do Titanic, algumas das mais importantes pessoas da época viajavam na primeira-classe. Entre elas estavam o milionário John Jacob Astor IV e sua esposa Madeleine Force Astor, industrial Benjamin Guggenheim, o dono da Macy's Isidor Strauss e sua esposa Ida, a milionária Margaret "Molly" Brown (conhecida mais tarde como "Inafundável Molly Brown" devido aos seus esforços para ajudar outros passageiros durante o naufrágio).

Sir Cosmo Duff-Gordon e sua esposa Lucy, Lady Duff-Gordon, George Dunton Widener com sua esposa Eleanor e seu filho Harry, jogador de criquete e empresário John Borland Thayer com sua esposa Marian e seu filho de 17 anos Jack, jornalista William Thomas Stead, a Condessa Noël Leslie, eram outros ilustres passageiros.

Juntava-se-lhes o assessor presidencial Archibald Butt, a escritora Helen Churchill Candee, o escritor Jacques Futrelle e sua esposa May, produtores Henry e Rene Harris, a atriz Dorothy Gibson, entre outros.

Viajavam ainda na primeira classe  o director da White Star Line, J. Bruce Ismay, e o construtor do navio, Thomas Andrews, que estava a bordo para observar qualquer problema e avaliar a performance geral do navio.

O banqueiro J. P. Morgan (na foto), estava agendado para viajar na viagem inaugural, porém cancelou no último minuto.

John Coffey, de 23 anos, esse ainda chegou a cumprir umas milhas, e sem bilhete. Tinha entrado para fogueiro no Titanic, mas saltou para fora do navio em Queenstown, escondendo-se num dos botes no meio das sacolas de cartas que estavam destinadas ao continente. Natural da cidade, ele provavelmente se juntou ao navio com essa intenção, mas mais tarde afirmou que o motivo da sua deserção radicara num mau presságio que havia tido. Mais tarde, Coffey juntou-se à tripulação do Mauretania.

Quanto a Morgan, morreu no ano seguinte.

Mas Theodore Roosevelt nem usou a “doçura” nem o “cacete” eficazmente durante a crise, apesar de dispor de uma regulação anti-trust no final de 1907 (conhecida pelo nome de Sherman Antitrust Act) e de se ter empenhado pessoalmente na campanha contra o monopólio do petróleo. O presidente vociferou contra os “predadores da riqueza”, mas, na realidade, Pierpont (J. P. Morgan) conseguiu reforçar o sistema financeiro e elevá-lo a um novo patamar na onda de financeirização que vinha de 1860. Em 1912, o comité da Câmara dos Deputados para os assuntos bancários e da moeda concluiria literalmente, no célebre relatório redigido por Arsene Pujo, que a finança americana (e as suas ramificações globais, começando pela City londrina) estava nas mãos de “um grupo muito restrito”.

Pierpont vencera a crise em Wall Street e segurara o poder da alta finança, mas a janela de oportunidade fechar-se-ia quando ele já se aproximava do fim. Fintou a morte em 1912 na viagem inaugural do Titanic – que era operado por uma companhia sua, a White Star Line – por ter decido à última da hora não ir, mas o seu legado não escaparia em 1913 à vaga de legislação que o novo presidente, democrata, Woodrow Wilson, lançaria. Dessa onda reformadora sairia a criação da Reserva Federal (um banco central, designado abreviadamente por FED), a Federal Trade Commission, uma nova lei anti-trust e o imposto progressivo sobre rendimentos.

John Pierpont Morgan morreria nesse ano no luxuosíssimo Grand Hotel, na via del Corso, em Roma, distante da confusão de Washington ou de Wall Street. Tinha 75 anos vividos intensamente. Segundo próximos do magnata, o impacto das audições na comissão Pujo do Congresso em 1912, onde teve de comparecer, tinha sido “devastador” para ele.

Entretanto, a economia mundial avançava para o que Carlota Perez apelidou de “quarta onda” tecnológica, a do automóvel, do petróleo, da produção em massa e do ‘taylorismo’, e ainda da primeira guerra de tipo mundial (que começaria logo em 1914), da primeira revolução comunista com sucesso, e dos loucos anos 20 de Nova Iorque, a Paris, a Viena ou a Xangai. E, surpreendentemente, apesar da mão visível da FED e dos bancos centrais de outros países ricos e da euforia tecnológica, uma Grande Depressão voltaria a bater à porta de Wall Sreet menos de vinte e cinco anos depois de Morgan se ter revoltado na sua biblioteca da baixa nova-iorquina.

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