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As fotografias de Gonçalo Cadilhe seguindo os passos de Darwin

Da Polinésia às ilhas Galápagos, do Chile à Cidade do Cabo. O viajante Gonçalo Cadilhe, sem planear, foi seguindo os passos de Darwin. Agora, mostra o resultado no Museu da Ciência, em Coimbra, em cerca de duas dezenas de fotografias.
Não planeou cumprir exactamente uma rota segundo o célebre naturalista – “excepto às ilhas Galápagos” –, mas ao fim de duas décadas a escrever e fotografar as suas viagens, conta-nos Gonçalo Cadilhe, apercebeu-se de que já tinha, de facto, seguido “os passos de Darwin”. Foi esta conclusão que o levou a reunir imagens que captou ao longo destes anos, traçando um percurso visual pelo mapa-múndi da grande jornada de Charles Darwin a bordo do navio Beagle, no séc. XIX. A grande viagem que daria origem à sua Teoria da Evolução.

VEJA ALGUMAS FOTOS

A viagem do naturalista tinha como objectivo completar o levantamento cartográfico da Patagónia e da costa da Terra do Fogo, Chile, Peru e de algumas ilhas do Pacífico, tendo sido realizada entre 1831 e 1836. Durante a expedição, Darwin realizou observações detalhadas e recolheu diversos espécimes que desencadearam as ideias contidas n’ "A Origem das Espécies" (1859). A obra mudou a história da Humanidade. Agora, no Museu da Ciência de Coimbra, os mesmos locais são revistos por um olhar do século XXI. Com as suas fotografias, Cadilhe – que já em 2008 apresentara neste espaço outra mostra fotográfica, então dedicada a seguir os passos de Fernão de Magalhães – convida-nos “a ser também viajantes e a deixarmo-nos transportar”.

Inicialmente planeada para 2009 (ano da comemoração do bicentenário do nascimento do cientista e dos 150 anos da publicação da sua obra-prima), só agora, porém, a mostra pode ser apreciada. É uma rota evolutiva traçada pela objectiva de Cadilhe, do Brasil ao Uruguai e Equador, do Chile à Argentina – com particular e natural destaque para a Terra do Fogo e Estreito de Magalhães e, obviamente, a Patagónia que, como diz, Cadilhe cada um “traz dentro de si”

Segue-se do Cabo da Boa Esperança à Austrália onde, refere o autor, sentiu que a “presença humana é ainda uma concessão da paisagem”. “Para te sentires minúsculo e efémero basta conduzires vinte minutos para fora de qualquer cidade”, diz. Continua-se pela Polinésia, Tasmânia, Nova Zelândia, Argentina ou Galápagos.

Embora o objectivo das viagens de Cadilhe fosse, precisamente, recolher experiências pessoais para os seus livros, a exposição torna-se uma real viagem visual do percurso de Darwin.

“Iguanas marinhas? Tartarugas gigantes? Pinguins do Equador? Que razão e causa há em tudo isto? Sabe-se lá. Darwin tentou saber”. E é essa sede de conhecimento que continua a impulsionar Cadilhe à viagem, após tantos milhões de quilómetros percorridos e dezenas de reportagens e livros publicados. Viajar continua a servir “para crescermos, para nos confrontarmos. É um investimento”, resume o autor.

A entrada na exposição, que pode ser visitada até 31 de Maio, é livre.







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