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Notícias

Colheres do Titanic e desenho de Rubens avaliados pela Christie’s no Estoril

Colheres do navio Titanic, porcelanas, jóias, pintura e um desenho atribuído ao artista flamengo Rubens estiveram esta terça-feira entre as dezenas de peças avaliadas por peritos da leiloeira internacional britânica Christie´s, no Estoril.
A iniciativa da leiloeira, inédita em Portugal por não ter custos para os proprietários, destinou-se a angariar peças de arte e joalharia para vender em leilões em Londres e Amsterdão, e atraiu muitos interessados que se deslocaram logo de manhã ao Palácio Estoril Hotel.

Os três avaliadores da Christie´s - dois generalistas e uma perita em jóias e relógios - começaram a analisar as peças às 10:00 da manhã, mas logo às 09:00 concentraram-se no hotel pessoas interessadas em saber o valor das suas posses, quase todas heranças de família.

"Tivemos bastante afluência ao longo da manhã, com cerca de 48 pessoas atendidas ao fim de três horas", indicou Mafalda Pereira Coutinho, agente da Christie´s, à Agência Lusa.

Numa altura de crise económica no país, "são muitas as pessoas que desejam saber se as obras que têm em casa são realmente valiosas para tomar a decisão de as vender", comentou.

Na sala do hotel onde se encontravam os peritos, algumas pessoas faziam fila e esperavam a sua vez para a avaliação. Na maioria quiseram manter o anonimato para "proteger as famílias".

Homens e mulheres com cerca de 60 anos, por vezes acompanhados de familiares mais jovens, levaram quadros, porcelanas, jóias e desenhos.

Aos especialistas, na maioria das peças, bastava um rápido e conhecer olhar para determinar o seu valor.

Muitas foram recusadas, mas um dos peritos indicou à Lusa que entre as peças valiosas se destacaram pinturas de mestres estrangeiros do século XVII, e, aquele que mais curiosidade suscitou foi um desenho atribuído a Peter Paul Rubens (1577-1640).

"O desenho não está assinado, mas por detrás da moldura há uma indicação de ter sido criado por Rubens", indicou, acrescentando que a obra será levada para Londres para uma perícia mais aprofundada.

Houve ainda muitas obras de pintura rejeitadas, porque à leiloeira internacional apenas interessava artistas estrangeiros.

As únicas excepções nos autores portugueses foram Paula Rego e Maria Helena Vieira da Silva, pintoras com elevada cotação nos mercados internacionais de arte.

Rita Pardal foi uma das proprietárias que ficou desiludida porque levou quadros de Stuart Carvalhais, Portela Júnior e Barata Moura.

"A minha intenção nem era vender, porque estas pinturas têm um valor emocional para a família, são uma herança. Mas gostava de saber o seu valor", disse à Lusa.

Outras peças mais inusitadas foram colheres do navio transatlântico Titanic, que se afundou em 1912, na viagem inaugural, entre a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, após ter chocado com um iceberg, provocando a morte de mais de 1500 pessoas.

A proprietária das colheres não quis identificar-se, mas explicou à Lusa que foram parar às mãos da família através de um tio que vivia em Aveiro e tinha um bacalhoeiro. Durante uma viagem em alto mar encontrou umas caixas do Titanic com objectos que viriam depois a ser distribuídos pelos tripulantes.

A alguns dos proprietários, a Christie's aconselhou-os a dirigirem-se a leiloeiras nacionais para avaliarem as peças recusadas nesta iniciativa, que deverá ter seguimento em Portugal, segundo a agente.

Fundada em 1766 por James Christie, em Londres, a Christie's é uma das maiores leiloeiras internacionais, e conta com filiais em todo o mundo, de Nova Iorque, Genebra, Roma, a Hong Kong e Singapura.

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