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FIGUEIRA DA FOZ

Secretário de Estado do Mar inaugurou obras no Porto de Pesca Costeira

O Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, esteve na manhã desta segunda-feira na Figueira da Foz para proceder à inauguração dos armazéns de aprestos do porto de pesca costeira da Figueira da Foz.

Depois de uma visita aos armazéns, com a presença do presidente da autarquia figueirense, João Ataíde, e do presidente do conselho de administração do Porto da Figueira da Foz, José Luís Cacho, entre outras entidades civis e militares, Manuel Pinto de Abreu falou - no edifício sede da Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF) - do exemplo do cluster do mar finlandês, para reivindicar mais "vontade, determinação e clarividência" neste desígnio nacional que é o mar, através de "empresas mais orientadas para a obtenção de resultados, mais leves e com parcerias com as universidades em projetos com preocupação de retorno para a economia nacional".

Registe-se que Manuel Pinto de Abreu inaugurou, no passado dia 21 de setembro de 2011, o ciclo «Rotas de Futuro: Re... descobrir o mar», promovido em parceria pelo Casino Figueira, Armada Portuguesa e SIC Notícias, e que promove, até junho de 2012, uma conferência mensal com alguns dos mais reputados especialistas no setor.

Esta segunda-feira, Pinto de Abreu voltou a defender publicamente a reestruturação, já em curso, da estratégia nacional para o mar. Uma proposta que, garantiu, será posta "à consideração de todos", mas que será necessariamente "um plano de acção com projectos com prazo de conclusão" e outros que, sendo apenas "vontades", poderão concretizar-se mediante a adesão consensual dos agentes da chamada economia do mar. "A Figueira da Foz é uma parte importante do todo nacional no que respeita ao desenvolvimento da economia do mar português", sublinhou o secretário de Estado do Mar.

Na sua intervenção, João Ataíde lembrou os "excelentes resultados" que o porto figueirense tem vindo a obter nos últimos anos, reconhecendo que estes são, em grande parte, fruto do conjunto de investimentos que têm permitido a esta infraestrutura afirmar-se regional, nacional e, sublinhou, "até internacionalmente". O edil fez menção expressa ao projeto Cencyl, que preconiza a otimização das ligações entre Castela, Leão e o Centro de Portugal, com destaque para a Figueira da Foz. "Para Castela e em força", ilustrou. Ao representante do Poder Central, João Ataíde deixou um apelo: que na proposta para a reestruturação, em curso, dos portos nacionais, "que a Figueira da Foz aguarda com expectativa e até apreensão", seja ouvida a autarquia figueirense, bem como as empresas de dimensão local, regional e nacional que utilizam o porto da Figueira da Foz, nomeadamente as da fileira do papel. "Não tenho razões de queixa", reconheceu o edil, que se afirmou confiante na manutenção de um objectivo comum, "o da exploração sustentável do mar e seus recursos, rumo a um desenvolvimento que exigirá, de todos, comunhão na estratégia e sintonia na actuação".

José Luís Cacho referiu-se ao porto da Figueira da Foz como "um porto em obra constante", mas em que não se verifica "a obra pela obra, nem a inauguração pelo fausto".

Para este responsável, a validação da estratégia dos investimentos pode aferir-se "pelos bons resultados" que assacou ao "dinamismo das empresas figueirenses"; ao Governo, "pelo apoio às obras", e ao próprio modelo de administração portuária, "que está a dar os seus frutos".

José Luís Cacho afirmou que é intenção da APFF "continuar a investir no porto de pesca da Figueira da Foz, com apoio governamental", ampliando o conjunto de "benfeitorias" que, acredita, "vai reflectir-se positivamente na labuta diária de todos os pescadores".

CONSULTE A VERSÃO INTEGRAL DO DISCURSO DO PRESIDENTE DA APFF

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