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3,2 mil milhões de euros perdidos no mar

Num estudo apresentado por uma organização britânica, conclui-se que se os mares europeus fossem explorados de forma sustentável, os países da UE ganhariam milhões de euros.

A recuperação de 43 stocks de pesca nos mares do Norte, Báltico, Cantábrico e na costa ocidental portuguesa, actualmente saturados, poderá elevar as receitas anuais das frotas pesqueiras europeias em mais 3,2 mil milhões de euros por ano, o que equivale ao triplo do valor dos subsídios comunitários anuais à pesca.

A constatação resulta do estudo "Lost at Sea", apresentado hoje pela New Economics Foundation (NEF). A investigação, que envolveu economistas, biólogos e ambientalistas, explica que a recuperação destes stocks para níveis sustentáveis pode gerar 3,5 milhões de toneladas extra de pescado e promover cerca de 100 mil postos de trabalho (mais 31% do que os atuais do setor), na União Europeia até 2020.

Para Portugal, significaria um aumento de 3,3% no emprego no setor das pescas, gerar um valor adicional de mais 10,6 milhões de euros por ano e reduzir as importações de pescado.

"Os benefícios podem vir a ser maiores para Portugal se o país investir na gestão e na investigação dos recursos marinhos, recorrendo aos fundos comunitários que recebe", explicou ao Expresso Aniol Esteban, da NEF.

O investigador espanhol, que já passou pelo Instituto Oceanográfico português, lamenta que os Governos de Portugal e de Espanha não invistam mais na investigação das suas áreas marinhas. O que impediu os investigadores de apresentarem dados para o mar Mediterrânico.

Para já, os principais beneficiários da restauração de 43 dos 150 stocks pesqueiros inventariados seriam o Reino Unido, a Alemanha, a França e os países escandinavos.

O estudo tem uma perceção conservadora do que se pode retirar de forma sustentável dos mares, mas garante que se os seus conselhos forem seguidos é possível obter peixe suficiente para alimentar a procura de 160 milhões de cidadãos europeus.

Rupert Crilly, um dos autores do estudo, salienta que "a sobrepesca é má para a economia" e recorda que os ministros europeus das pescas "estão a deitar fora milhões de euros e milhares de empregos todos os anos ao permitirem que a situação se mantenha como está".

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