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As últimas horas a bordo do Concordia

Os relatos dos passageiros, dos tripulantes e do próprio comandante confirmam que o mega-navio de cruzeiro Costa Concordia estava demasiado perto da costa, o que provocou o acidente. Relato ao minuto do que aconteceu, a partir de informações, depoimentos e citações publicadas em diferentes agências e a imprensa internacional.

Sexta-feira, 13 de Janeiro

19h00: O Concordia sai do porto de Civitavecchia com destino a Savona. A visibilidade é boa, não há vento e os passageiros e tripulação preparam-se para o jantar.

21h08: Patrizia Tivoli, que vive na ilha de Giglio e é irmã de um tripulante (o chefe de mesa do cruzeiro), coloca uma mensagem no Facebook a dizer que o navio vai passar perto "dentro de momentos". O Concordia está três milhas (5,5 km) fora de rota. O comandante Francesco Schettino chama o chefe de mesa, Antonello, à sala de comando para ver a terra onde nasceu. "Cuidado que estamos muito perto", diz Antonello.

21h30: O navio choca com o fundo do mar, o impacte é sentido em toda a embarcação. O comandante diz que os rochedos que romperam, lateralmente, a embarcação não estavam assinalados na carta náutica. "Estávamos a 500 metros", disse o responsável, ao ser interrogado. O local onde o navio se encontrava é conhecido pelos marinheiros do Arquipélago Toscano como Le Scole. Sendo um lugar de fundo rochoso é muito procurado por mergulhadores. "Quem vos fala é o comandante, pedimos desculpa pelo incómodo, a situação está controlada. Trata-se de um pequeno acidente eléctrico", anunciou Schettino aos passageiros.

21h58: O Concordia encalha a 150 metros da ilha. Num dos lados tem uma fenda de 70 metros. O sistema técnico de estanquicidade suporta rombos entre os 15 e os 20 metros e o barco começa a meter água.

22h10: Uma passageira assustada pelo embate alerta, por telefone, a guarda costeira e a capitania de Livorno chama o Concordia, de onde respondem: "foi só um problema eléctrico".

22h30: O comandante lança um alerta via rádio; passou uma hora desde o embate.

23h30: Os investigadores crêem ter sido este o momento em que Schettino abandona o navio. A maior parte dos passageiros e tripulantes ainda estão a bordo. O comandante terá recusado regressar ao navio para dirigir as manobras de salvamento. Os passageiros disseram não haver um oficial a coordenar o salvamento, os salva-vidas foram lançados à água por passageiros e outros tripulantes, muitos lançaram-se à água. O navio já está com uma inclinação de 45 graus, ou seja está parcialmente afundado. A guarda costeira socorre os sobreviventes do desastre e retira-os da água.

Sábado, 14 de Janeiro

O navio tem uma inclinação de 80 graus. São iniciadas as buscas camarote a camarote e são encontrados os primeiros três corpos. Outras três pessoas são encontradas com vida dentro do navio. Não se sabe ao certo quantas pessoas morreram e quantas estão desaparecidas. Nos dias seguintes a dimensão da tragédia ganha mais contornos.

Segunda-feira, 16 de Janeiro

Até à noite de segunda-feira foram encontrados seis corpos e identificados 29 desaparecidos (14 alemães, seis italianos, quatro franceses, dois americanos, e um cidadão de cada um dos seguintes países: Índia, Peru e Hungria). Ao todo, viajavam a bordo 4300 pessoas. A meio do dia o Concordia começa a verter as 2400 toneladas de combustível no seu interior. Os tanques estavam praticamente cheios uma vez que o cruzeiro tinha começado pouco antes (Civitavecchia foi o ponto de partida). O Governo italiano declara o estado de emergência ambiental. O Arquipélago Toscano é considerado uma das zonas costeiras de maior beleza e riqueza de Itália.

FONTE
 







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