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Notícias

COSTA CONCORDIA

Medo de uma «bomba ecológica» faz a ilha de Giglio tremer

Ilha de Giglio, Itália - Sob um céu cor de chumbo e finas gotas de chuva, os socorristas trabalhavam esta segunda-feira em torno dos destroços do Costa Concordia para encontrar desaparecidos e também evitar a explosão de uma verdadeira "bomba ecológica", numa região soberba e protegida. O navio de cruzeiro guarda, nos seus tanques, 2.380 toneladas de combustível.

"Temos uma bomba ecológica no interior do transatlântico naufragado", declarou à AFP Sergio Ortelli, prefeito da pequena ilha toscana onde afundou o navio luxuoso de cruzeiro.

"De acordo com as primeiras constatações, o navio parece bem estável, não há nenhum vazamento, tudo está sob controle por enquanto", acrescentou.

Após a pesquisa de sobreviventes eventuais ou corpos de vítimas, a segurança do navio é a segunda preocupação dos socorristas, que precisaram interromper as buscas no começo da tarde, devido ao mau tempo.

"Espero que o combustível possa ser bombeado e que o transatlântico possa ser deslocado, porque perturba a navegação", acrescentou o prefeito.

"É muito complicado o que fazemos, trabalhamos sempre em dupla, com dois mergulhadores ligados um ao outro por uma corda de 2-3 metros, com reforço, para evitar ferimentos com os objetos dispersos no navio", explicou Rodolfo Raiteri, coordenador das operações submarinas da Guarda Costeira.

Seus homens inspeccionam toda a parte submersa do navio, com um mergulho de 50 a 60 minutos, apenas uma vez por dia "porque, fisicamente, é uma provação física, com a temperatura da água em 11 ou 12 graus C".

A Ilha de Giglio é conhecida por suas minúsculas angras rochosas e seu charme rústico. A população, que não passa de 800 moradores no inverno, sobe para 5.000 pessoas durante o verão, com a chegada dos turistas.

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