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CONSEQUÊNCIAS DO NAUFRÁGIO EM ITÁLIA

Portugueses reprogramam férias em cruzeiros

Costa Cruzeiros revela que os portugueses já estão a reprogramar as reservas após o naufrágio em Itália. Os cancelamentos serão reembolsados a 100%.

A indústria dos cruzeiros já está a sentir o impacto do naufrágio do navio "Costa Concordia", ao largo da Toscânia. Portugal não é excepção, não só como escala dos navios, como em número de turistas nacionais que procuram os cruzeiros - 55 mil em 2010, mais 57% que no ano anterior. Em 2010, o País recebeu 755 escalas de cruzeiros e, pela primeira vez, mais de um milhão de passageiros.

"O que se verificou já hoje [16 de Janeiro] foi o pedido de reprogramação de algumas viagens por parte de clientes que tinham reserva para um próximo cruzeiro no Costa Concordia. Neste caso, os clientes terão direito a 30% de desconto (baseado na tarifa paga na reserva do Costa Concordia) na sua próxima viagem com a Costa Cruzeiros", disse fonte oficial ao Diário Económico.

A bordo do cruzeiro naufragado seguiam 11 portugueses, dois dos quais ficaram feridos. Já fonte oficial da Top Atlântico disse ontem que não está a ser sentida "qualquer modificação no comportamento dos consumidores em relação às reservas e ao produto cruzeiros".

As consequências a longo prazo da indústria turística podem ser significativas. Entre 2000 e 2010, o número de passageiros nos cruzeiros duplicou de 9,7 para 18,8 milhões, com a indústria a gerar receitas de 35 mil milhões de euros só na Europa.



 







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