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ALERTA TIAGO PITTA E CUNHA

Falta ser implementada Estratégia Nacional do Mar, aprovada há cinco anos

Portugal precisa de ter políticas que implementem a Estratégia Nacional do Mar, aprovada em 2006, para tornar a sua vertente marítima atractiva ao investimento estrangeiro, alerta o investigador Tiago Pitta e Cunha.

“Enquanto não houver políticas públicas desenhadas por baixo da Estratégia é difícil Portugal tornar-se num país atractivo para o mar”, disse o especialista, cinco anos depois da Estratégia Nacional do Mar, que se assinala esta quarta-feira.

Para o especialista, a estratégia “está bem feita, bem pensada, mas precisava de toda uma série de instrumentos para poder ser implementada”.

“O que é certo é que nunca houve liderança política suficientemente forte para criar os tais instrumentos necessários para implementar estratégia nacional para o mar”, afirmou.

Tiago Pitta e Cunha frisou ainda a “enorme barreira administrativa” que existe entre a iniciativa privada e o mar, que “afoga” qualquer investimento privado.

No entanto, o especialista acredita que este cenário possa mudar no futuro porque o actual Governo “está a fazer muitos esforços para procurar reduzir esses custos de contexto”.

A “redução é fundamental, sem ela não conseguimos atrair um centavo de investimento estrangeiro para a economia do mar e sem esse investimento estrangeiro não conseguimos ser competitivos”, afirmou.

Para o especialista, outro sinal importante para tornar o país atractivo é a questão das infra-estruturas, porque se forem “potenciadoras da economia do mar” podem atrair investimento estrangeiro.

“Pode ser um marco histórico a decisão de, em vez de se fazer um TGV, fazer uma linha de mercadorias mista a ligar o porto de Sines a Espanha e outra a ligar o porto de Aveiro a Valladolid”, em Espanha, disse.

“Isso é compreender a condição geográfica do país, a sua centralidade mundial na questão das rotas da logística do transporte marítimo. Até agora os portos estavam divorciados das ferrovias, quase não faziam parte da rede nacional de transportes”, acrescentou.

Tiago Pitta e Cunha lamentou que os responsáveis políticos portugueses não tenham, ao longo dos anos, investido no mar e tirado partido do seu potencial.

“Basta pensar na Expo 98. Foi a primeira vez desde o 25 de Abril em que o mar voltou a ter uma agenda central em Portugal. Mas o mar nessa temática foi abordado por todos os ângulos menos no ângulo económico. Isso reflecte o que foi o abandono completo do mar em Portugal nos últimos 30 ou 40 anos, quer pelos decisores políticos, quer pelos decisores económicos”, disse.

FONTE
 







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