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Notícias

Âncoras comprometem ecossistemas no Mediterrâneo

O aviso foi lançado esta semana pela organização internacional Oceana, num comunicado de imprensa . As colónias de posidonia, uma planta aquática presente no ecossistema do Mar Mediterrâneo, estão a ser ameaçadas pela ancoragem de barcos perto das Ilhas Baleares, conhecido destino turístico no sul da Europa.

As âncoras das embarcações, nomeadamente dos grandes iates, estão a "ceifar" vastas extensões de posidonia oceânica em áreas protegidas, onde não é permitido ancorar. A Oceana, entidade dedicada à conservação dos oceanos e à proteção dos ecossistemas e espécies marinhas, realizou uma expedição às ilhas Baleares e constatou que a zona mais afetada se localiza perto da ilha de Formentera.

As ilhas Baleares, das quais fazem parte Mallorca, Menorca e Ibiza, contam com cerca de 100 mil hectares ocupados por algas e plantas marinhas. As características do ecossistema subaquático local proporcionam as paisagens que fomentam o turismo na região, mas são também importantes do ponto de vista de conservação ambiental. A posidonia, por exemplo, permite a conversão de dióxido de carbono (CO2) em oxigénio.

Autoridades não controlam a situação

Como avança o jornal espanhol El País , todos os anos o Governo local edita um folheto no qual especifica as áreas onde se pode ancorar e o número de embarcações diárias que podem aceder às mesmas. No entanto, como não há qualquer vigilância àqueles limites, os muitos barcos que diariamente ali se deslocam lançam as âncoras nas áreas protegidas.

No comunicado de imprensa, divulgado ontem, a Oceana denúncia a situação à Comissão Europeia, à Unesco e à União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais, apelando ao cumprimento da legislação e das diretivas europeias, que classificam as colónias de posidonia como habitat prioritário. A organização internacional refere ainda a falta de controlo e a inexistência de boias para atracar.

O Conselho Insular da ilha de Formentera já anunciou que em setembro irá apresentar um novo plano para regular a ancoragem de barcos, através da criação de 250 amarras ecológicas que permitam um menor impacto nos ecossistemas marinhos destas águas.

FONTE: EXPRESSO