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Notícias

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

As sumalhas

Para os pescadores do mar de Viana e para a navegação em geral, os baixios existentes a Noroeste da barra de Viana a cerca de 5,5 milhas, apesar de navegáveis, constituíam um perigo, principalmente com temporal de Noroeste "o mar rompe violentamente sobre elles, e dizem os velhos que se teem alli dado muitos naufrágios".

Chamam-lhe "as sumalhas" para se referirem às pedras onde costumam pescar quando está calma e de que se contam histórias de naufrágios, segundo a tradição oral dos velhos pescadores da Ribeira de Viana.

Dizia um desses "lobos do mar" que um dia quando pescava aos congros sobre as sumalhas trouxe na linha uma caveira humana e muitas outras e destroços de navios tinham sido capturados e içados nos aparelhos de pesca. Outro chamava-lhe "cemitério de muitas vidas", tal eram os desastres aí ocorridos e que perduraram na memória dos pescadores que apesar da ousadia e arrojo as temiam quando o mar alteava.

Vem isto a propósito da lembrança que fizeram ao Comandante da canhoneira Limpopo, 1.º Tenente Manuel Mendes Norton, um vianense que chefiava a missão encarregada de efectuar um roteiro da Costa Norte de Portugal, desde Viana até Leixões, com o objectivo de encontrar e mencionar nesse roteiro os baixios que existem e que não estão mencionados nos velhos roteiros.

As cartas náuticas e roteiros feitos a partir de Outubro de 1912 passaram a assinalar os baixios das sumalhas, situados na posição 41º 42' 30" N e 08º 57' 00" W tendo de profundidade 11 braças (cerca de 20 metros).

Deve-se pois a um vianense este feito que passa despercebido à maioria das pessoas mas de muita importância para a navegação.

Fontes: A Aurora do Lima -26-10-1912;

Carta Náutica do Noroeste de Portugal-Rio Minho a Espinho-Novembro de 1913


 

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