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Em busca do navio perdido

Já pensou em ver de perto a nau portuguesa Sacramento, que repousa há 335 anos na Baía de Todos os Santos, em Salvador? Ou o que restou do espanhol Príncipe de Astúrias, o “Titanic brasileiro”, que encerrou seus dias de glória como transatlântico nos rochedos de Ilhabela (SP), em 1916, levando para o fundo do mar a vida de 470 pessoas?

Se anda à procura de emoções, está na hora de mergulhar nesse fantástico mundo nos naufrágios. Segundo o Sistema de Informações de Naufrágios (Sinau), um banco de dados criado pelo biólogo e pesquisador carioca Maurício Carvalho, a costa brasileira abriga 1850 embarcações que naufragaram em diferentes épocas pelos mais variados motivos, entre transatlânticos, cargueiros, graneleiros, navios a vapor, submarinos e paquetes.

Desse total, apenas 350 foram identificados. Os demais permanecem envoltos em mistério. É o caso do Santa Rosa, que desapareceu em 1726, no Nordeste brasileiro, com um tesouro avaliado em 400 milhões de dólares em ouro e prata. Ou então o Rainha dos Anjos, outra nau desaparecida na Baía de Guanabara, em 1722, quando levava presentes do imperador chinês para o papa. Nem a embarcação nem o tesouro, avaliado em mais de 500 milhões de dólares, foram encontrados até agora.

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