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Notícias

E-80

Transporte ibérico de mercadorias ainda com poucas soluções

Apesar da liberalização do mercado e da maior facilidade em cruzar a fronteira, o transporte ferroviário de mercadorias ainda não consegue ser uma alternativa capaz ou um complemento recorrente ao modo rodoviário.

A Ibercargo já opera em quatro corredores ibéricos com as suas locomotivas interoperáveis; a CP Carga e a Renfe Mercancias garantem que a sua colaboração é um sucesso; a Refer e a Adif entendem-se cada vez melhor entre si e com os operadores; e todavia a ferrovia tarda em ganhar quota de mercado no transporte terrestre de mercadorias à escala ibérica.

Um dilema que esteve presente na 1.ª conferência do Projecto E-80, realizada em Salamanca, e em que participaram, entre outros, representantes da Ibercargo, da CP Carga, da Renfe Mercancias, da Adif, da SNCF, da Luís Simões e da Transitex.

As diferentes intervenções sublinharam o caminho já trilhado e a disponibilidade para fazer mais e melhor, em parceria com os operadores logísticos, os donos das cargas, os operadores marítimos e os transportadores rodoviários. Mas a Trasitex continua a centrar as operações transfronteiriças na Guarda (à falta de solução para chegar ao lado de lá de comboio), e a Luís Simões tem um projecto para a Catalunha em “stand by”…

No final, ficou a ideia de que a ferrovia estará “condenada” a desempenhar um papel crescente no tráfego de mercadorias intra-ibérico e entre a Península e além-Pirinéus, até por força das crescentes dificuldades do modo rodoviário. A questão está em conseguir ganhar a confiança do mercado, o que passará sobretudo pela disseminação de soluções de transporte concretas, que sirvam de exemplo.

O projecto E-80 é uma iniciativa conjunta da APDL, APA e Zaldeza (plataforma logística de Salamanca). É apoiado pelo Marco Polo II enquanto acção de aprendizagem comum. O seu objectivo é fomentar o desenvolvimento de soluções de intermodalidade, de base marítima ou ferroviária, alternativas ao transporte rodoviário, para as ligações entre a fachada atlântica da Península e a Europa.

FONTE: TRANSPORTES & NEGÓCIOS

 







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