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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.

Janela Única Logística

Notícias

Aproveitamento dos recursos do estuário do Tejo no Fórum do Mar

O Fórum Empresarial da Economia do Mar promoveu, a 30 de Março, um concorrido workshop para apresentar os projectos para o porto e estuário do Tejo, o maior empreendimento em curso nos estuários ibéricos.

Gabriela Moniz da ARH Tejo (Administração da Hidro Região do Tejo) apresentou o 1º Plano de Ordenamento do Estuário do Tejo (POET) e a sua articulação no planeamento geral do território, focando o desenvolvimento da pesca, aquacultura, conservação ambiental e das actividades das populações ribeirinhas, multiplicação e diversificação do tráfego portuário, construção e reparação naval, turismo, desportos, logística e diversidade de transportes. A oradora subiu bem a fasquia ao revelar que o objectivo do Piranet é criar o melhor estuário do mundo, segundo um projecto com o apoio da YDreams.

PORTO MULTIFUNCIONAL E URBANO DE LISBOA

A presidente da APL (Administração do Porto de Lisboa), Natércia Cabral, apresentou o Plano de Desenvolvimento do Porto de Lisboa articulado com as plataformas logísticas estratégicas da Região de Lisboa e Vale do Tejo, cujos objectivos propõe aumentar a carga contentorizada até cerca de 20% na próxima década, prazo do plano. Obras e metas principais: Terminal de Contentores de Alcântara e ligação operacional facilitada à ferrovia para 850 mil unidades TEU; avançar com a construção do Terminal de Cruzeiros de Santa Apolónia e reforçar a apetência dos armadores pelo porto de Lisboa; aumentar o tráfego fluvial de mercadorias; alargar a Janela Única Portuária aos outros portos, além de Lisboa, Setúbal e Sines; colaborar no projecto MIELE para articular a cadeia logística europeia; fomentar a náutica de recreio numa área com 82 marinas, 48 clubes, e em que se realizam 80 regatas por ano; e apoiar os programas da Frente Ribeirinha de Lisboa e do Arco Ribeirinho do Sul, assim como colaborar com os 11 municípios que integram o porto de Lisboa.

TERMINAL DE CRUZEIROS DE SANTA APOLÓNIA ABRE EM 2014

Coube ao arquitecto Carrilho da Graça, autor do projecto do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, a sua defesa. Ficamos a saber que está prevista a acostagem simultânea de três navios médios, ou dois grandes; espaço para 80 autocarros, o afastamento dos táxis abusivos e estacionamento subterrâneo em zona de aterro para carros de serviço e de utentes; embarques feitos pelo piso superior e desembarques pelo piso térreo; o investimento de 25,5 milhões de euros e a conclusão para o final de 2014.

A gare de Alcântara (inaugurada em 1948) ficará, como a da Rocha, desactivada para cruzeiros, tendo em conta que três terminais para cruzeiros é economicamente inviável, segundo esclareceu a presidente da APL. Mas como este ano já houve cinco navios em simultâneo, e o novo terminal apenas terá espaço para três de médio porte, os outros podem ficar ao largo, com ferries a desembarcar e embarcar passageiros, a partir dos terminais fluviais do Tejo.

Tal como há 100 anos. Curiosamente, de 12 a 16 de Maio próximo, comemora-se o 1º Centenário do Turismo oficial, na Sociedade de Geografia, quando os passageiros dos navios estrangeiros mobilizavam todos os automóveis da época para as excursões à capital, Sintra e Estoril. Em 2011 comemora-se também os 50 anos do Paquete Funchal.

Os problemas da demora do trânsito, na ligação entre o Terreiro do Paço, Marquês, Sintra, Fátima, Marginal e margem sul, estão a ser equacionados pela CML, PSP, GNR e MOPTC. Mas tanto para a APL como para o arquitecto, os passageiros ficam melhor servidos no novo terminal, especialmente no acesso pedonal a Alfama e Castelo, bairros típicos que passam a ser “invadidos” diariamente (no bom sentido) por milhares de passageiros e tripulantes. Em 2011 são esperados 348 cruzeiros e mais de 800 mil estrangeiros.

Da audiência ainda se levantaram vozes de protesto sobre as graves questões encaradas pelos operadores de excursões (shorex) mas foi garantido que Lisboa vai ser uma das melhores capitais turísticas da Europa. E se os cruzeiros continuarem a crescer ao ritmo actual, o porto de Lisboa pode fazer um novo terminal na margem sul, na sona da antiga Lisnave.

APOSTAS NAS MARGENS SUL E NORTE DO TEJO

Aliás, os projectos do Arco Ribeirinho Sul e da Frente Ribeirinha de Lisboa foram dos programas mais interessantes, apresentados, respectivamente, por Fonseca Ferreira (ex-presidente da CCRD de Lisboa e Vale do Tejo) e por Biencard Cruz. Projectos que poderão levar, na totalidade, de 12 a 20 anos a concluir, nomeadamente o Novo Aeroporto de Alcochete, a plataforma logística do Poceirão e a sua ligação ao porto de Sines, a Circular Regional Interna da Península de Setúbal e a TTT (Terceira Travessia do Tejo).

No dia em que a Assembleia da República foi dissolvida, fez bem assistir a este workshop do Fórum Empresarial da Economia do Mar, com projectos para tantas obras de recuperação dos recursos do Estuário do Tejo, as quais irão melhorar substancialmente a imagem do porto e das cidades ribeirinhas.

Entre os projectos para Lisboa destacam-se os dos novos Museus dos Coches e de Arte Popular, Escola de Arte Equestre, a concessão dos Torreões do Terreiro do Paço para actividades culturais do tipo do recente Páteo das Galés e da 1ª pousada urbana no edifício do antigo Ministério do Interior. E na margem sul, foi destacado o aproveitamento da Margueira, Siderurgia do Seixal e parque industrial do Barreiro.

FONTE: PUBLITURIS