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Porto de Sines é pioneiro na investigação dos impactos de obras

O Porto de Sines é o primeiro a nível nacional a desenvolver um estudo científico relacionado com os impactos de grandes obras.

A investigação, entre outras componentes, vai decorrer sobre o impacto da ampliação do molhe leste nas correntes marítimas. 

"Vamos ser o primeiro porto e projecto nacional a implementar aquilo que está previsto na legislação, que é uma investigação científica associada ao desenvolvimento das grandes obras", revelou hoje à Agência Lusa a presidente da Administração do Porto de Sines (APS), Lídia Sequeira.

"A lei passou a determinar que todas as grandes obras devam ter associada uma percentagem do custo do projecto, suportada pelo empreiteiro, a uma investigação científica", explicou, avançando que "as correntes marítimas" e a influência na "sedimentação" de areias estão entre os aspectos a investigar.

Alguns surfistas revelaram-se recentemente preocupados com os eventuais impactos que a ampliação do molhe leste do Porto de Sines em 400 metros poderá causar nas ondas e no movimento de areias nas praias da região.

Lídia Sequeira fez questão de frisar que partilha das mesmas preocupações e que, por isso mesmo, a investigação científica, já contratualizada com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e com o Instituto Hidrográfico, está "no terreno há mais de um mês".

Já começaram a ser desenvolvidos "trabalhos de monitorização", que deverão decorrer ao longo de 18 meses, e que vão permitir, entre outras coisas, a "análise das correntes".

A mesma responsável explicou ainda que foi feita há cerca de dez anos, uma Avaliação de Impacte Ambiental "contemplando exactamente as consequências das obras do molhe e do terminal [de contentores] na sedimentação e nas próprias correntes".

 Além dessa avaliação, acrescentou, "tem sido feita a monitorização desse processo ao longo dos últimos dez anos", bem como foi feita "uma reavaliação do processo antes do início das obras" de ampliação do molhe, que vai ficar com 1500 metros de extensão.

 Segundo Lídia Sequeira, os estudos feitos até agora "não comprovam aquilo que está dito [relativamente a impactos nas correntes e sedimentação]", contudo, acrescentou, o objectivo é continuar a acompanhar a "evolução".

"Antes da preocupação dos senhores do surf já nós tínhamos tido essa preocupação e tratámo-la como deve ser tratada, ou seja, estudando aprofundadamente, cientificamente", acrescentou.

"Eu sou uma das principais utilizadoras da praia de São Torpes", concluiu.

FONTE: OJE