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Notícias

ANTÓNIO BROTAS:

«Faz falta uma linha de bitola europeia que ligue Sines ao Poceirão»

"Os espanhóis fizeram-nos o favor de trazer a bitola europeia até Badajoz, sendo que nós só temos que fazer 150 kms de caminho-de-ferro". Quem o disse foi António Brotas, membro da SGL e professor jubilado do IST, no âmbito do terceiro e último tema do ciclo de conferências “China, Panamá, Sines. A rota da seda do séc. XXI?” que a Secção de Transportes da Sociedade de Geografia de Lisboa promoveu.

"Percebe-se que aquilo que faz falta é uma linha de bitola europeia que ligue Sines ao Poceirão. E esta linha ferroviária também servirá para passageiros, mesmo que não seja de alta velocidade. A costa de Sines pode beneficiar com esta ligação", acrescentou António Brotas, defendendo que o porto alentejano deverá alargar os seus horizontes e tirar partido desta oportunidade vinda do Oriente.
António Brotas defendeu ainda que o alargamento do Canal do Panamá constituirá ainda uma oportunidade para a indústria e para o investimento privado, que deverão olhar para Sines como um bom local para se instalar: "O local ideal na Europa para construir indústrias e fábricas é Sines e as suas regiões vizinhas, ligadas por caminhos-de-ferro e boas ligações".

Macorra y Cano: "Abertura do Canal do Panamá será um euromilhões para Portugal e Espanha"

O outro orador convidado pela Sociedade de Geografia para esta conferência foi Luís Fernando de la Macorra y Cano, professor da Universidade de Badajoz, que enriqueceu o evento com uma visão mais centrada no ponto de vista espanhol.
"Só agora Espanha começa a dar interesse à ferrovia e à sua ligação com os portos", lembrou, em tom crítico, Macorra y Cano, destacandao os proveitos que as várias regiões envolvidas poderão tirar de uma ligação ferroviária eficiente entre Lisboa, Setúbal e Sines e o sudoeste espanhol: "O eixo Lisboa-Setúbal-Sines, agora mais importante com o comércio com a China, tem que ser um eixo que liga Lisboa com Madrid, com o resto da Espanha e com o resto da Europa, que liga o Alentejo com Espanha e o resto da Europa, e que também liga a Extremadura com Lisboa e com o Atlântico".

O professor da Universidade de Badajoz referiu ainda que o comércio com a China, via Canal do Panamá, será "um euromilhões" para Portugal e Espanha, mas questiona se ambos os países estarão preparados, ao nível de infra-estruturas, para extrairem benefícios desta oportunidade.

FONTE: CARGO