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Notícias

DIÁRIO DE COIMBRA

António Mendonça inaugura obras «que começaram a ser anunciadas nos anos 80»

O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, preside esta segunda-feira, dia 21, a partir das 11h00, à cerimónia de inauguração da nova acessibilidade marítima (Molhe Norte) no Porto da Figueira da Foz, visitando também a área de influência desta estrutura portuária. 
Como é do conhecimento geral, estas obras têm décadas de atraso, começaram a ser anunciadas nos anos 80, mas só se iniciaram em meados de 2008 e ficaram concluídas em 2010 - escreve o "Diário de Coimbra", em artigo assinado por José Santos.
 

Assim, desde o início de Julho do ano passado que estão concluídas as obras de prolongamento do Molhe Norte, com mais 400 metros, permitindo a melhoria das condições de acessibilidade e navegabilidade na barra do porto da Figueira, de tal forma que a partir de meados de 2009 tem permitido significativamente o regular funcionamento de entrada e sadia de navios. 

Recorde-se que as obras foram adjudicadas ao consócio CPTP/Etermar por 13.388 milhões de euros, com um prazo de 20 meses para aumentar o molhe em mais 400 metros, com tecnologias apropriadas para o local, onde foram colocados mais de 3050 blocos de betão de enormes dimensões, com mais de 50 toneladas cada um, bem como foi ampliado o canal de navegação, tendo a empreitada envolvido também dragagens de cerca de 90 mil metros cúbicos de areia em zona do canal de navegação. 

Esta intervenção visou aumentar a segurança e as condições de navegabilidade, nomeadamente o número de horas e dias em que a barra do porto vai estar aberta à circulação de navios. 

O objectivo desta obra é contribuir para diminuir a necessidade de dragagens na barra e no canal de acesso ao Porto Comercial, embora as dragagens vão ter de ser quase constantes para manter os fundos desejados. 

Recorde-se que além do prolongamento do molhe, a área de influência do porto tem vindo a sofrer outros importantes melhoramentos, tais como a construção do Terminal de Granéis e a reabilitação do molhe sul e molhes de guiamento que orçaram em mais de 11 milhões de euros em investimentos públicos. 

Concluídas as obras desde Julho passado, pode dizer-se que a funcionalidade do porto está quase em pleno e reúne condições para ser um dos mais competitivos do país, mas ainda está longe disso e uma das grandes queixas com que se debate a comunidade portuária, “é o Porto da Figueira da Foz não funcionar 24 horas diárias”.
 







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