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Notícias

PÓVOA DO VARZIM

Pescadores preocupados com segurança da barra

Os pescadores da Póvoa de Varzim dizem que a barra está assoreada e muito perigosa e exigem a intervenção do Instituto Portuário e Transportes Marítimos (IPTM). O alerta foi dado pelo presidente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar que manifesta estar "cansado desta situação que envolve a vida e a sobrevivência da classe piscatória".

Segundo José Festas, "a barra deveria ser fechada aos quatro metros de vagas de mar, mas, e neste momento, a Capitania manda encerrá-la aos dois metros e meio, porque deixa de ter condições de navegabilidade". Esta situação impossibilita os barcos entrar e sair, fazendo com que os pescadores tenham de recorrer a portos vizinhos, como Matosinhos e Viana do Castelo para não ficarem em terra.

A associação já alertou um representante do Instituto Portuário e Transportes Marítimos (IPTM), que, segundo José Festas, disse estar a "estudar a problema e a possibilidade de fazer um desassoreamento da barra da Póvoa".

Mas o presidente da Associação dos Homens do Mar explica que enquanto nada é feito, "os pescadores desesperam e temem pela sua vida e também pelo seu sustento", frisou.

Este defende que deveriam ser feitas "dragagens de manutenção", lembrando que a última intervenção de fundo do género ocorreu em 2009, altura em que foram retirados "mais de cem mil metros cúbicos de areia no porto da Póvoa de Varzim".

Para além do desassoreamento da barra poveira que, chega a um fluxo diário de cerca de 50 embarcações no Verão, José Festas defende a realização de obras nos molhes locais, para "minimizar os problemas actualmente existentes", bem como a necessidade de construção de um cais a sul para que "o mar não ficasse tão revolto aquando da entrada e saída de embarcações".

Se estas obras fossem feitas, não haveria "necessidade de realizar dragagens com tanta frequência", garantiu o presidente da associação.

FONTE: CORREIO DA MANHÃ