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SINES

Depois do Ellalink Governo espera mais cabos submarinos em Portugal até 2025

Executivo acredita que Portugal pode ser fulcral para a Europa estar no centro da economia de dados. Além do Ellalink, Portugal tem em curso projectos da Google, Facebook e Medusa para ligar mais cabos submarinos ao país.

Depois do cabo EllaLink, o Governo português está convicto que vão surgir mais projetos internacionais de cabos submarinos em Portugal, até 2025. Para já, são conhecidos três projetos além do Ellalink.

"Portugal está em condições para ajudar a Europa a tornar-se no centro geoestratégico da economia de dados", afirmou o secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Hugo Santos Mendes, na conferência "Encontros na ZILS: Sines Tech, EU-Atlantic Data Gateway Platform", esta terça-feira.

O governante falou na abertura do evento e sublinhou que, na sequência do Ellalink, "há mais cabos submarinos para se instalarem em Portugal nos próximos três ano". "A seguir ao [cabo submarino] EllaLink, há mais cabos submarinos internacionais a preparar a sua instalação em Portugal, nos próximos três anos: Equiano, da Google, 2África, do Facebook, e Medusa, da AFR-IX", disse.

"Hoje sabe-se que a economia digital europeia depende de uma grande conectividade interna e externa. Para a aumentar, isto [os cabos submarinos] é um requisito para sermos mais atrativos e termos uma economia mais ágil", disse. Santos Mendes referia-se ao potencial de Portugal, pela sua posição geográfica de ser a "porta de entrada e a porta de saída" de dados na Europa, que tem "potencial para ser um hub mundial, se fizer o melhor proveito da sua geografia e enquadramento jurídico".
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Nesse sentido, Portugal pode vir a afirmar-se como "um centro de conectividade" europeu, tirando proveito das "excelentes condições para colocar cabos submarinos. No âmbito dessa estratégia, o governante sublinhou a importância de localizações como Carcavelos, Seixal, Sesimbra, Sines, Coimbra e Ilhas dos Açores e Madeira

O projeto EllaLink, que já tem licença para instalar um cabo submarino para ligar Sines a Marrocos, a partir da infraestrutura principal que liga Portugal ao Brasil, foi o primeiro. O projeto contempla a primeira ligação direta entre a Europa e o Brasil, através de um cabo de ultra banda larga, com seis mil quilómetros de extensão, num investimento de 150 milhões de euros.

Mas há mais. Além do Ellalink, há três processos em curso para a amarração de cabos submarinos em Portugal até 2025. Dois são liderados pelo Facebook e Google e outro corresponde ao projeto Medusa, segundo a Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos.

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