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Notícias

Lisboa renova-se com mais espaços culturais e de lazer

A estação fluvial Sul Sueste foi renovada e aqui pode hoje encontrar várias empresas de animação marítimo-turística que o levam a descobrir o Tejo e as suas margens.

Desde 1 de maio deste ano que Lisboa conta com uma renovada Estação fluvial Sul Sueste, e Doca da Marinha, ganhando assim novos espaços culturais e de lazer, e novas possibilidades de ligação entre as duas margens do Tejo. A capital apresenta-se assim valorizada a nível cultural, patrimonial e identitário, com o rio a impor-se como elemento de união das duas margens e dos ativos culturais e turísticos dos vários municípios da região, dinamizando também o comércio, a restauração e as atividades culturais e de animação da Baixa de Lisboa e do Centro Histórico.

Da autoria de Cottinelli Telmo, a Estação Sul Sueste foi originalmente inaugurada a 28 de maio de 1932 e, durante muito tempo, funcionou como porta de entrada para quem vinha do sul do país. Apresentando-se como um exemplo de pioneirismo no panorama da arquitetura modernista em Portugal, está hoje classificada como Monumento de Interesse Público, e em 2021 recuperou finalmente a sua função original, pelas mãos da arquiteta Ana Costa, transformando-se no ponto central da atividade marítimo-turística do Tejo.

Aqui encontrará 10 empresas de animação marítimo-turística – a Boat Tours – que colocam ao seu dispor diversos passeios fluviais para descobrir o Tejo e as suas margens, entre as 9H00 e as 20H00. As bilheteiras dos operadores estão no interior da sala principal da estação para que escolha entre passeios turísticos, táxi barcos e viagens Hop On Hop Off no rio. Além da Blue Cruises/Veltagus, Douro Acima, FRS, Hippotrip, Lisboat, Nosso Tejo, Pacífico Cruises e Yellow Boat, utilizam ainda a estação para embarque e desembarque, embora sem bilheteira no local, a Sea View e a Land Ahoy.

É na Estação Sul e Sueste que também encontrará o Centro Tejo, uma apresentação multimédia de interpretação, apreciação e sensibilização ambiental das duas margens do rio que lhe permitirá descobrir diferentes vistas de Lisboa e saber mais sobre o Tejo e a sua vivência. O espaço conta com a sala da maqueta que permite conhecer o efeito dominante das marés na vida do Estuário e que localiza museus, miradouros, moinhos de maré e a área dos municípios que circundam o Tejo. Na sala “Lugares” encontrará seis faróis com vídeos sobre a oferta turística de Lisboa, Almada/Cacilhas, Moita/Barreiro, Montijo/Alcochete, Seixal e Vila Franca de Xira/Loures, mas também uma ilustração com um mapa que contém sugestões de visita. O Centro Tejo tem ainda um Posto de Informação e Loja dedicados à disponibilização de informação útil sobre passeios para descoberta do Tejo e venda de artigos alusivos ao rio. A entrada é gratuita e está aberto ao público todos os dias, das 10h00 às 19h00.

Também a Doca da Marinha se apresenta reabilitada, abrindo pela primeira vez ao público na sua história, com ciclovia, uma zona arborizada, quiosques e esplanadas, áreas de lazer e espaço para eventos culturais, incluindo um vasto relvado, recebendo ainda pontões flutuantes para acolher embarcações tradicionais. Este é um projeto da autoria do arquiteto João Luís Carrilho da Graça, onde os peões e as vistas sobre a cidade e o rio recuperam prioridade face ao automóvel. Com o apoio da Marinha do Tejo, instalaram-se 23 barcos tradicionais do Tejo, entre Catraios, Varinos e Muletas, que disponibilizam passeios pelo rio todos os dias. Já nos quiosques foi feita uma instalação artística de Julião Sarmento. A concessão dos quiosques/ esplanadas foi atribuída ao grupo BananaCafe que, além de ficar responsável pela oferta gastronómica de refeições rápidas e ligeiras, implementará um programa de animação anual e eclético.

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