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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

Mar português: os desafios e oportunidades do maior recurso nacional

A crise gerada pela pandemia de covid-19 acelerou uma série de mudanças na Economia Azul, que tem vindo a registar um crescimento contínuo na segunda metade desta década, representando o mar 5% do PIB nacional.

Sendo o Oceano Atlântico desde cedo uma janela para o mundo, que permitiu ir à descoberta do desconhecido por tantos, alimentar gerações de famílias, e criar tradições que ainda hoje se mantêm, através do orgulho dos que cá ficam, de que maneira olhamos hoje para o seu potencial? Embora sejam outros tempos, a situação não é muito diferente.

Não existe um mundo novo para descobrir e conquistar, mas existe um mundo que precisa de uma reforma mais sustentável e respeitadora do meio natural. É mais uma vez recorrendo ao oceano que Portugal pode evoluir e fazer a diferença. Os oceanos retêm 97% da água existente e detêm 80% de todas as espécies vivas existentes no Planeta Terra. São fonte de vida e um recurso fundamental a preservar para o futuro.

Numa época em que se enfrentam desafios atípicos a nível internacional, devido à pandemia de covid-19, mas também às alterações climáticas, tornou-se primordial encontrar maneiras de potenciar as economias e recuperar a saúde do planeta ao mesmo tempo. É no seguimento dessa necessidade que entra a economia do mar, uma área em desenvolvimento e com uma grande variedade de setores que contribuem de diversas formas para esses objetivos. Foi há cerca de 25/30 anos, que começou a apostar-se nesta área, indica Carla Domingues, Gestora de Projetos da Fórum Oceano, uma época como a mesma retrata, em que “o mar voltou a estar presente na agenda e no discurso político”.

Com cerca de 2.500 quilómetros de linha de costa atlântica, e com uma zona económica exclusiva (ZEE) que ocupa 1,7 milhões de quilómetros quadrados, são inúmeras as oportunidades que os governantes têm para recuperar a economia do país através do oceano. A economia do mar representa um setor no qual o oceano é a ferramenta principal e uma fonte de rendimento.

Este setor divide-se em diferentes áreas com diferentes propósitos: a nível alimentar, através da Indústria da pesca e da aquacultura; a nível de comércio e exportações, através dos portos e da logística marítima; a nível de turismo, através das embarcações de recreio, dos cruzeiros, e dos desportos marítimos; a nível de descarbonização e de produção de energia, aproveitando as ondas e as marés, tal como o vento – como é o caso dos parques eólicos offshore; a nível de desenvolvimento científico, permitindo conhecer mais sobre o mar, as suas espécies e os seus recursos; e a nível de emprego, uma área que representou, entre 2016 e 2017, 4% do emprego da economia nacional. Todas estas valências têm um papel importante e essencial para o desenvolvimento e para a criação de um ecossistema económico aliado à vertente “azul”, do mar, e à sustentabilidade.

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