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Carlos Fernandes (IP) destaca «enorme investimento» feito no Corredor Internacional Sul

Durante o evento online ‘‘Corredor Internacional Sul – a sua importância estratégica’, Carlos Fernandes, vice-presidente da Infraestruturas de Portugal, analisou o vasto investimento estatal levado a cabo no contexto do programa ‘Ferrovia 2020’, que o Governo português pretende finalizar até 2023. Um dos destaques deste importante investimento, frisou, sucedeu no âmbito do Corredor Internacional Sul.

Carlos Fernandes: Portugal deve aproximar «ao máximo» a infra-estrutura

Na sua intervenção, Carlos Fernandes enfatizou o «enorme investimento realizado no Corredor Internacional Sul no âmbito do programa Ferrovia 2020», salientando o dever de «se aproveitar ao máximo esta nova infra-estrutura para melhorar as condições do país, das empresas, a competitividade». O vice-presidente da gestora de infra-estruturas realçou «o aumento significativo da capacidade transporte, com o incremento para 13 milhões toneladas por ano só em termos de ferrovia, sendo que actualmente a capacidade é de 10 milhões juntando a rodovia e ferrovia».

Analisando a questão de se estar a construir só uma via, Carlos Fernandes explicou: «A plataforma está preparada para duas vias, tal como no lado espanhol, e a construção de uma só linha acontece porque há nesta fase capacidade suficiente para responder a toda a procura que se antevê a médio prazo». O responsável da IP aprofundou ainda, no mesmo contexto, a temática dos passageiros, lembrando que «será possível viajar de Lisboa a Elvas/Badajoz em duas horas», fomentando-se assim o desenvolvimento e a coesão territorial, permitindo ainda, com os investimentos que estão a ser realizados em Espanha, «ligar Lisboa a Madrid em cerca de cinco horas».

No que concerne aos projectos a desenvolver no futuro, Carlos Fernandes salientou que a IP já se encontra a «preparar diversos investimentos no âmbito do Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI2030)», existindo «projectos prontos para entrar em obra assim que seja aprovado o quadro comunitário”, ao contrário do que aconteceu no ‘Ferrovia 2020’, «que começou do zero após uma crise financeira», rematou.

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