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Notícias

O transitário não está cá para morrer

O impacto da economia digital no sector da distribuição e transportes esteve em destaque no primeiro dia do 17º Congresso da Associação de Transitários de Portugal, que conta com o apoio do Expresso.

Fora do auditório, o tempo nublado não correspondia à imagem que habitualmente associamos ao Algarve, mas o vereador da Câmara Municipal de Portimão, João Gamboa, tratou logo de relaxar a plateia. "Podem estar descansados, que amanhã vai estar melhor", lançou. "Importante é que venham cá passar uns dias e queiram investir."

O apelo foi lançado no primeiro dia do 17º Congresso da Associação de Transitários de Portugal (APAT), que reuniu na cidade algarvia - com o apoio do Expresso - os grandes nomes portugueses do sector para discutir os desafios e oportunidades que marcam a distribuição e transportes.

"O transitário não está cá para morrer", garante o presidente da mesa da assembleia geral da APAT, António Dias. Tem é que encontrar formas de incorporar e perceber como lidar com "a parte digital, que está cada vez mais a implantar-se no sector", de acordo com o responsável.

Conselheiro executivo da International Data Corportation, Bruno Horta Soares defende que é importante perceber como "é que a tecnologia pode ajudar a transformar a liderança e está a mudar o trabalho", enquanto Luís Teixeira, diretor comercial da F.Rego, acredita que "há mais falta de iniciativa do que propriamente resistência por parte das empresas."

A troca de ideias decorreu ao longo de um Momento Expresso conduzido pela jornalista da SIC, Marta Atalaya e que marcou o primeiro dia do congresso. Artur Alves, co-fundador e COO da Mixmove, não tem dúvidas que "ainda há muitas lacunas de integração digital", ao passo que o diretor geral da DGRM, José Carlos Simão, realçou a "importância do relacionamento pessoal com a pessoa transitária."

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