Portos de Portugal
Viagem ao Centro do Mundo

Porto de Viana do Castelo,
Alberga o maior estaleiro do País

Porto de Leixões
Referência na Região Norte do País

Porto de Aveiro
Uma solução Intermodal competitiva

Porto da Figueira da Foz
Promotor da Economia da Região Centro

Porto de Lisboa
Atlantic Meeting Point

Porto de Setúbal
Solução Ibérica na Região de Lisboa

Porto de Sines
Porta do Atlântico

Portos da Madeira
O Paraíso dos Cruzeiros

Portos dos Açores
A sua plataforma no Atlântico

Quem Somos

A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



Newsletter

Clique aqui para se registar na newsletter.

Clique aqui para sair da newsletter.

Janela Única Logística



Notícias

ONU

Crise climática terá consequências dramáticas nos oceanos

Alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas terão consequências dramáticas sobre os oceanos e a criosfera, que inclui os glaciares, as calotes polares e solos permanentemente congelados.

As alterações climáticas provocadas pelas atividades humanas vão ter consequências dramáticas sobre os oceanos e a criosfera, que inclui os glaciares, as calotes polares e solos permanentemente congelados, revela um relatório da ONU a divulgar em setembro.

O documento, cuja versão preliminar foi divulgada esta quinta-feira pela agência France Presse, vai ser apresentado em 25 de setembro no Mónaco e alerta especialmente para alterações nos oceanos e na alimentação.

Os oceanos absorveram cerca de um quarto das emissões de gases com efeito de estufa produzidos pelos humanos desde os anos 80 do século XX. Como consequência, estão mais quentes, mais ácidos e menos salgados.

A concentração de oxigénio em ambientes marinhos baixou 2% em 60 anos e deve perder mais três a quatro graus suplementares se as emissões de CO2 se mantiverem no mesmo nível.

A frequência, a intensidade e a extensão das vagas de calor marinhas como as que devastaram a Grande Barreira de Coral da Austrália aumentaram. Os corais, dos quais meio milhão de pessoas depende para alimentação e proteção, não deverão sobreviver a um aquecimento de dois graus, comparativamente a níveis pré-industriais.

As reservas alimentares em águas tropicais pouco profundas podem decrescer 40%, devido ao aquecimento e à acidificação.

Uma duplicação da frequência acontecimentos climáticos extremos derivados do fenómeno meteorológico El Nino, que provoca fogos florestais, doenças e têm efeito sobre os ciclones — é esperada se as emissões não forem reduzidas. O nível dos oceanos vai subir durante os próximos séculos, quaisquer que sejam as medidas tomadas.

Comparativamente ao final do século XX, o nível médio dos oceanos deverá aumentar cerca de 43 centímetros até 2100 se o aquecimento global for mantido em dois graus. Mas aumentará 84 centímetros caso as tendências atuais se mantenham no sentido de o aquecimento global poder chegar aos três ou quatro graus.

No próximo século, o ritmo de subida do nível do mar, poderá aumentar dos atuais 3,6 milímetros por ano para “vários centímetros”. Os danos causados pelas inundações podem aumentar entre 100 a mil vezes até 2100.

Lusa