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Notícias

ECOMARE, LABORATÓRIO DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO

Uma «biblioteca» de invertebrados marinhos para estudar o que (ainda) não vem nos livros

O Ecomare, laboratório da Universidade de Aveiro inaugurado em 2017, guarda uma colecção única em Portugal de corais, algas, anémonas e lesmas-do-mar mantida por investigadores interessados “numa aquacultura menos convencional”.

Há uma “biblioteca” num centro de investigação em Aveiro que não se conserva em prateleiras — antes, vive dentro de aquários. Ricardo Calado, investigador principal numa das unidades do Ecomare, laboratório da Universidade de Aveiro, onde também é professor, abre-nos a porta a um mundo onde (quase) todos gostaríamos de mergulhar, mas que, em simultâneo, ameaçamos. Tanto com decisões aparentemente tão insignificantes como o tipo de protector solar químico que escolhemos como grandes actividades industriais que causam o aumento da temperatura e acidificação da água do mar. Ali dentro, porém, o ambiente é controlado. “Esta é a nossa biblioteca de invertebrados marinhos”, apresenta o responsável pelo centro. “Há aqui uma série de potencial a ser explorado.”

Nesta sala, estudantes, investigadores (e, às vezes, visitantes curiosos) criam invertebrados como corais, anémonas ou amêijoas gigantes para aquários e investigação científica. Uma “aquacultura sustentável menos convencional”, pelo menos quando comparado com a que tem lugar num tanque muito maior onde nadam mil salmões destinados a consumo humano, na parte exterior do edifício junto à ria de Aveiro, na Gafanha da Nazaré.

Ricardo Calado também nos levou até lá, mas o que nos faz parar é um protótipo de um recife de coral que poderíamos ver nas águas do Indo-Pacífico, caso os investigadores não tivessem misturado no mesmo aquário “espécies de várias proveniências”. A maior parte delas já produzidas em cativeiro e, no caso das amêijoas gigantes ou dos corais duros, protegidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies da Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção. “As pessoas às vezes não sabem, mas ter um esqueleto de coral em casa, sem estar devidamente legalizado, do ponto de vista legal é tão grave como ter um dente de elefante ou um pente feito de carapaça de tartaruga”, alerta.

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