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Notícias

Ligação fluvial de mercadorias

Ministra do Mar destaca a intermodalidade

A intermodalidade foi outra das questões levantadas por Ana Paula Vitorino na cerimónia de assinatura do Memorando de Entendimento relativo à Renegociação do Contrato de Concessão do Terminal de Contentores de Alcântara.

“Estima-se que a repartição modal relativa à ferrovia, atualmente na ordem dos 10%, venha a atingir os 25% no decorrer do projeto. E relativamente ao tráfego fluvial, com a dinamização do transporte de contentores por barcaças, estima-se que venha a venha a absorver 35 mil contentores por ano no final do projeto”, esclareceu a ministra do Mar.

Em declarações à comunicação social, Ana Paula Vitorino reforçou a importância deste investimento “para fazer crescer as capacidades da nossa economia, de uma forma eficiente e sustentável”, além de permitir o aumento e a melhoria “da capacidade operacional, da produtividade, da eficiência energética e da eficiência ambiental”.

“Enquadrando este grande projeto, existem intenções que vão ser vertidas numa nova foram de escoar os produtos, isto é, vamos fazer um aumento de capacidade sem que isso represente um maior impacto sobre a rede viária de Lisboa e um aumento do número de camiões”.

“Também faz parte deste projeto aumentar em 25% aquilo que é a utilização da ferrovia, mas acima de tudo, conseguir, por via fluvial, escoar 35% dos produtos. Neste momento já foi concluído o estudo económico-financeiro da ligação fluvial dos terminais de Lisboa à Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo, a partir da qual as mercadorias poderão posteriormente ser escoadas por via fluvial, ferroviária ou rodoviária”, revelou a ministra do Mar.

Contudo, para implementar a ligação fluvial à Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo, a governante admite serem necessárias dragagens dos canais de ligação dos terminais de Lisboa até Vila Franca de Xira. Ainda assim, avisa, “é um trabalho muito mais célere do que fazer todos estes investimento no terminal da Liscont”.

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