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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

BSafe4Sea quer controlar segurança marítima

O ISEL, juntamente com a Faculdade de Ciências e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) são os responsáveis pelo projecto BSafe4Sea. A iniciativa pretende desenvolver, aplicar e testar metodologias de previsão do comportamento estrutural de quebra-mares de talude, a base de um sistema inovador de apoio à decisão.

Segundo o ISEL, o projecto é coordenado pelo LNEC, envolvendo também a FCIÊNCIAS.ID e o ISEL. A estreita colaboração com as administrações dos portos de Sines e Peniche é também essencial para garantir o sucesso dos resultados do projecto junto de end-users, bem como o apoio técnico-científico do consultor Jentsje Van der Meer, perito internacional nesta área.
A utilização de fotografias aéreas obtidas com veículos aéreos não tripulados (VANT), de vídeo, de posicionamento via satélite (GNSS), bem como a avaliação probabilística do comportamento dos QMT baseada em modelação física e numérica, apoiarão o planeamento e priorização de trabalhos de manutenção e reparação, aumentando a segurança, funcionalidade e resiliência dos QMT.

“O desenvolvimento de um sistema deste tipo é, assim, actual e premente, dadas as condições ambientais extremas a que os QMT estão sujeitos, incluindo as alterações climáticas. Estas obras são cruciais para as modernas redes de transporte de mercadorias e passageiros, tendo grande relevância socioeconómica. A sua conservação em bom estado, através da adopção de medidas mitigadoras atempadas em resultado de alertas precoces, reduzirá custos de manutenção e perdas económicas por interrupções portuárias”, aponta o ISEL.

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