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Maioria dos portos britânicos não está preparada para o «Brexit»

Independentemente de serem detidos por grupos privados ou de serem geridos por entidades públicas, cerca de 80% dos responsáveis questionados neste inquérito efetuado pela Odgers Berndtson admitem ter feito pouco ou nenhum planeamento em relação ao cenário pós-‘Brexit’.

A maioria dos cerca de 100 portos britânicos não está preparada para enfrentar os desafios que vão ser colocados pelo ‘Brexit’, conclui um estudo efetuado pela Odgers Berndtson, uma empresa especializada no recrutamento de pessoal qualificado para cargos de chefia.

“Enquanto os grupos pró-‘Brexit’ prevêem um futuro brilhante para o Reino Unido enquanto nação mercantil global, os administradores executivos e diretores das autoridades portuárias britânicas revelam que, a dez semanas desse acontecimento, pouco ou nenhum planeamento foi feito”, defende a Odgers Berndtson, num documento a que o Jornal Económico teve acesso.

Independentemente de serem detidos por grupos privados ou de serem geridos por entidades públicas, cerca de 80% dos responsáveis questionados neste inquérito admitem ter feito pouco ou nenhum planeamento em relação ao cenário pós-‘Brexit’.

Apenas 16% disseram que traçaram planos “significativos ou práticos” para o ‘Brexit’.

A Odgers Berndtson sublinha que estas conclusões são particularmente significativas quando o governo de Theresa May espera que os portos regionais do Reino Unido possam reduzir a procura adicional que se espera para os portos do sul de Inglaterra após a ocorrência do ‘Brexit’.

“A indústria portuária é ágil em agarrar todas as oportunidades que possam derivar do ‘Brexit’, mas esta é a primeira indicação real do que está realmente a a acontecer fora de portos como o de Dover”, assegurou Paul Butterworth, diretor do departamento de ‘Maritime & Shipping Practise’ da Odgers Berndtson.

Mais de metade (59%) esperam um impacto negativo ou fortemente negativo com esse evento.

Por isso, apenas 25% dos responsáveis portuários abrangidos por este estudo afirmam estar confiantes de que vão lidar bem com o ‘Brexit’.

Cerca de um terço considera que seria mais ideal enfrentar o ‘Brexit’ com investimentos acrescidos no futuro, enquanto 40% desconhece ou duvida da sua capacidade para enfrentar as exigências adicionais que o ‘Brexit’ vai colocar.

O bloqueio físico dos portos e uma complexidade acrescida derivadas do ‘Brexit’ são as prnci9pais preocupações das equipas que lideram os portos britânicos, com cerca de metade (respetivamente, 43,5% e 52%) a apresentarem estes factores como os obstáculos mais pressionantes.

Quase 80% dos dirigentes portuários britânicos inquiridos pela Odgers Berndtson colocam nas infraestruturas a prioridade máxima para futuros investimentos.

A tecnologia foi a segunda prioridade para 26% dos indagados, com cerca de metade (47%) a fazer desta a sua segunda maior prioridade para investimentos adicionais nos portos britânicos.

A maioria das equipas de gestão ‘senior’ dos portos britânicos ouvidas neste estudo acredita que os seus portos têm as equipas adequadas para os gerir a curto prazo. todavia, um número similar identificou o investimento em equipas ‘senior’ como um prioridade, embora menos urgente que o investimento nas infraestruturas ou na tecnologia.

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