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Alemães são a nacionalidade que mais contribui para o crescimento dos cruzeiros em Lisboa

O Porto de Lisboa teve até ao fim de Novembro mais 21.789 passageiros de cruzeiros alemães que no período homólogo de 2017, o que faz da Alemanha o emissor que tem o maior aumento, atingindo o recorde para os primeiros onze meses de um ano, de 107.706.

Os alemães representaram, assim, 20% do total de passageiros de cruzeiros em Lisboa entre Janeiro e Novembro deste ano, ainda assim apenas metade dos britânicos, que apesar de uma quebra de 1,1% ou 2.470, se mantém a nacionalidade mais numerosa, com 219.022, o que equivale a 40,8% do total.

Dados da APL consultados pelo PressTUR mostram que depois dos alemães, o maior contributo para o aumento do número de passageiros de cruzeiros em Lisboa de Janeiro a Novembro em 9,9% ou 48.572, para 537.427, veio do conjunto “outras nacionalidades”, com mais 16.885 (+55,7%, para 47.198).

Seguiram-se os italianos, com mais 9.606 (+30%, para 41.658), os portugueses, com mais 2.376 (+34,2%, para 9.317), canadianos, com mais 2.289 (+31,7%, para 9.520), brasileiros, com mais 2.108 (+34,1%, para 8.288), e australianos, com mais 1.845 (+29,8%, para 8.029).

A maior quebra do período é de cidadãos dos Estados Unidos, com uma quebra de 4.576 (-6,2%, para 68.981), seguindo-se os decréscimos de britânicos, com menos 2.470 (-1,1%, para 219.022), suíços, com menos 1.033 (-15,9%, para 5.473), e franceses, com menos 247 (-2%, para 12.235).

Os britânicos foram assim 40,8% do total de passageiros de cruzeiros em Lisboa nos primeiros onze meses deste ano, que é a percentagem mais baixa desde pelo menos 2012, seguindo-se os alemães, que representaram 20% do total, que é a percentagem mais elevada desde pelo menos 2012, e os norte-americanos representaram 12,8%, que é a segunda percentagem mais elevada, depois de terem atingido 15% nos primeiros onze meses de 2017.

O conjunto outras nacionalidades representou 8,8% do total de passageiros até Novembro, a mais elevada percentagem desde pelo menos 2012 e seguiram-se os italianos, representando 7,8% do total, a mais elevada dos últimos três anos, mas inferior à dos anos 2012 a 2015, em que chegaram a representar 15,4%.

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