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AUGUSTO MATEUS:

Economia do mar é «nova fronteira» para reinvenção do crescimento

"A abertura da nova fronteira com o espaço foi muitíssimo importante para a sociedade americana. À dimensão de Portugal, nós deveríamos fazer com a economia do mar a mesma coisa", disse Augusto Mateus.

O antigo ministro da Economia de António Guterres falava durante as jornadas "Economia do Mar em Portugal", promovidas pelo Millenium BCP e dedicadas à apresentação de um estudo sobre a Economia do Mar em Portugal, realizado a pedido do Banco pela equipa de Augusto Mateus.

Perante uma plateia de empresários e investidores, Augusto Mateus disse que temos "desafios colossais" que à dimensão de Portugal nos deviam dar "um grande projeto estratégico de reencontro com o mar e de abertura de uma nova fronteira para o nosso desenvolvimento".

"Sem essa ousadia da sociedade portuguesa de se reencontrar com o mar e saber dar vida a esta ideia da economia do mar muito mais larga e inovadora, nós passaremos ao lado de uma grande oportunidade de melhorarmos a nossa vida e darmos força ao nosso país", afirmou.

Augusto Mateus sublinhou ainda que "temos de ser capazes de dar vida ao Atlântico e temos de o fazer globalmente", adiantando que é preciso olhar para o mar como "espaço de novas matérias primas, de transformação e produção industrial e de solução energética".

O estudo apresentado por Augusto Mateus focou a sua análise em quatro fileiras-chave (pesca, aquicultura e indústria do pescado, transportes marítimos, portos e logística, construção, manutenção e reparação naval e turismo e lazer) que no seu conjunto representam 2,6 mil milhões de euros de valor acrescentado bruto (VAB).

A fileira do turismo e lazer é a mais importante, tendo apresentado em 2016 um VAB de 1.698 milhões de euros e dado emprego a mais de 71 mil pessoas.

Nesta vertente, o estudo diz que há um "forte" potencial na atividade dos cruzeiros e atividades emergentes com "boa dinâmica", como por exemplo o surf, e importantes oportunidades em outras, como o turismo náutico.

Outra fileira considerada "muito relevante" é a dos transportes marítimos, portos e logística, onde trabalham quase cinco mil pessoas, com um VAB de 439 milhões de euros.

Segundo os dados do estudo, a fileira da construção, manutenção e reparação naval tem um VAB de 105 milhões de euros e emprega diretamente mais de três mil trabalhadores,

Finalmente, a fileira mais tradicional da pesca, agricultura e indústria do pescado revela uma dinâmica de crescimento "assinalável", face aos constrangimentos existentes, com um VAB de 382 milhões de euros em 2016.

Apesar de Portugal ter "um bom posicionamento europeu", o estudo refere que o país tem uma frota de "embarcações pequenas e envelhecidas", pelo que uma das medidas propostas é a modernização da frota e a realização de esforços diplomáticos para aceder a outras áreas de pesca.

São ainda lançados outros desafios como o desenvolvimento de um setor aquícola "mais estável e robusto" e a definição de um novo modelo de comercialização de pescado apostando na criação de regiões piscícolas demarcadas, para valorizar o produto.

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