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A estratégia de cada cruzeiro deve ser «única»

A sensibilidade para entender os clientes, a segurança dos portos, ou acordos com os mesmos, podem ser mais importantes do que o próprio destino na experiência dos passageiros de cruzeiros.

Liderar um cruzeiro pode ser muito mais do que o destino – foi um dos motes que deu início à 12ª edição de uma das maiores feiras de cruzeiros do Mediterrâneo, a Seatrade Cruise Med, que começou ontem em Lisboa. Uma primeira dica de quem tem tido sucesso neste mundo foi: conhecer os convidados – uma história pode por vezes ser um cartão de visita, tanto para o passageiro como para a empresa, exceptuando as já conhecidas estratégias, como um destino diferente, um porto com segurança, que não tenha uma política de pressão, inútil à experiência dos convidados, como explica Grethe Parker, Coordenadora do Cruise Narvik.

Há viagens que mudam a perspectiva dos convidados, do mundo e, por vezes, é isso que os mesmos procuram: experiências diferentes, como o paraquedismo. É isso que, na opinião de Emilio Freeman, VP Destinations and Revenue Management do SeaDream Yacht Club, faz sentido, acompanhado de uma política de flexibilidade e de uma estrutura capaz de deixar que a viagem seja tranquila em termos de horários. Por exemplo, na Grécia, há um local onde as pessoas têm uma maneira diferente e mais calma de viver e por vezes, apesar de se pensar que é o oposto, e esse pode ser o tipo de destino no qual se deve apostar.

Um dos grandes filmes do momento é o «Mamma Mia 2», relembra, revivendo o que passa na mente das pessoas. Pergunta, exemplificando outros lugares, como as Filipinas, que nem sempre são os melhores, pois têm caminhos para as praias, o que dificulta o acesso, pelo que quando estão cheios não valerão a aposta. Conhecer os seus portos é importante, mas também o é perceber que por vezes os maiores e mais conhecidos portos poderão não ser a melhor aposta, abrindo portas para locais desconhecidos, mas igualmente ricos em beleza e cultura.

No fundo, há que conhecer os passageiros, saber o que preferem e descobrir o que tem cada porto para oferecer a cada turista. Experimentar os mercados e assim que consigamos descrever, “colocá-los na fotografia”, explica Paul Britton, Manager da Marine Operations,Ports and Itinerary Planning.

No fundo, pode descodificar-se tudo numa palavra-chave – sensibilidade -, confessa Federico Bartoli, Director de Plano Itinerário da Costa Cruises. E, através de acordos com os portos e de trabalho conjunto, é possível uma melhor oferta. “Quando comecei, há 5 anos, tínhamos um navio pequeno, uma estratégia completamente diferente, podíamos ir para qualquer destino; agora a estratégia é ter um navio maior que vá aos principais destinos, um itinerário que dê para ver partes do mundo que os convidados nunca tenham visto. A melhor estratégia é encontrar o nosso próprio caminho com o que temos”, reflecte.

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