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Ministra do Mar acredita que Rota do Cabo integrará estratégia marítima chinesa

Em entrevista recente ao Jornal Económico, a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, manifestou a sua convicção de que é “uma questão de tempo até à Nova Rota da Seda Marítima ter uma derivação que siga a Rota do Cabo, com ramificações no Atlântico, assumindo o porto de Sines um papel relevante nesta dinâmica”.

Recorde-se que a Nova Rota da Seda Marítima integra o projecto estratégico chinês designado One Belt, One Road, que visa facilitar o comércio internacional entre o Extremo Oriente e a Europa e África por via terrestre (através da Ásia Central) e marítima (essencialmente através do Índico, quer para chegar à África Oriental, quer para alcançar a Europa pelo sul, beneficiando da ligação pelo Canal de Suez para chegar ao Mediterrâneo).

A componente marítima desta estratégia chinesa, porém, parece contemplar também o acesso pela Rota do Árctico, de que já existem alguns afloramentos. Já a Rota do Cabo tem sido menos referida neste contexto, independentemente dos esforços portugueses em envolver o porto de Sines nesse roteiro, onde poderá desempenhar um papel relevante na ligação entre o Atlântico e a própria Europa, servindo como porta de entrada e saída de mercadorias nesse circuito.

Em todo o caso, a esta visão adiantada por Ana Paula Vitorino não será alheia a sua visita à China em Novembro de 2017, fortemente divulgada, durante a qual a ministra terá partilhado informação com as autoridades de Pequim relativamente aos interesses comuns em matéria de economia do mar.

Na mesma entrevista, entre outros tópicos relacionados com a economia do mar, Ana Paula Vitorino adiantou que até ao final do ano, no âmbito do Fundo Azul, em fase acelerada de execução, “serão anunciados novos financiamentos a projectos cuja análise se encontra em curso”.

A ministra recordou que há cerca de um mês “foi aprovado o primeiro milhão direccionado ao financiamento de 6 projectos na área da energia das ondas com perspectivas de mercado concretas”, cinco dos quais chefiados por empresas e metade já orientadas para “uma fase pré-comercial da solução tecnológica”.

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