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A APP – Associação dos Portos de Portugal é uma Associação sem fins lucrativos constituída em 1991, com o objectivo de ser o fórum de debate e troca de informações de matérias de interesse comum para os portos e para o transporte marítimo.

Pretende-se que a APP contribua para o desenvolvimento e modernização do Sistema Portuário Nacional, assumindo uma função que esteve subjacente à sua criação: constituir-se como um espaço privilegiado de reflexão e de decisão.



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Notícias

Pesca nunca deu tanto dinheiro como em 2017

O pescado descarregados em lota nos portos da Madeira em 2017 andou perto das 8 mil toneladas, representando um aumento de 39% face ao ano anterior.

De acordo com os dados provisórios das Contas Económicas da Agricultura Regionais (CEAREG), o total de pesca descarregada foi de 7.987 toneladas, sendo o valor de primeira venda de 21,6 milhões de euros, um aumento de 40%, que acompanha a proporção das capturas.

A evolução nas quantidades resultou fundamentalmente do acréscimo nas capturas de atum e similares (+89%) e do peixe-espada preto, significando +13%.

O atum e similares foi a espécie mais abundante em 2017, atingindo as 5,2 mil toneladas (65% do total de pesca descarregada).

A segunda espécie mais capturada foi a do peixe-espada preto, atingindo um total de 2,2 mil toneladas em 2017. Em termos de receita na primeira venda, o atum e similares registou um acréscimo de 71% face a 2016, totalizando 12,6 milhões de euros, enquanto o peixe-espada preto aumentou 11,4%, atingindo um valor de 7,6 milhões de euros.

O relatório da CEAREG, ontem divulgado pela Direcção Regional de Estatística, realça que em termos da quantidade capturada, é necessário recuar a 2004 para encontrar mais pescado descarregado num ano, sendo que em termos de valor, a cifra de 2017 é a mais elevada de sempre.

O preço médio anual do pescado descarregado na primeira venda foi de 2,71 euros (2,68 euros em 2016), atingindo no caso do atum e similares os 2,45€ (2,72€) e no do peixe espada-preto os 3,53€ (3,58€).

Apesar dos bons resultados líquidos resultantes da pesca, a frota não tem evoluído no mesmo sentido. No final de 2017, encontravam-se licenciadas para a actividade 92 embarcações, menos oito que no ano anterior.

Diminuem os barcos mas aumentam os braços. A acompanhar a maré, o número de pescadores matriculados subiu, passando de 603 em 2016 para 618 em 2017.

‘Costa Segura’ este Verão

O sistema ‘Costa Segura’, que permite o controlo da navegação junto aos portos, estará concluído até ao final de 2018 em todo o país e ainda este Verão nos Açores e na Madeira, adiantou ontem o director-geral da Autoridade Marítima.

“Durante este ano, demos prioridade aos arquipélagos dos Açores e à Madeira e teremos até ao fim do Verão o nosso plano de cobertura nos Açores e na Madeira completo, esperando também que, no continente, até ao fim de 2018, possamos cobrir aquelas cinco estações que ainda faltam”, adiantou o almirante Luís Sousa Pereira.

O director-geral da Autoridade Marítima falava numa apresentação, que contou com a presença do ministro da Defesa Nacional, sobre a entrada em funcionamento da estação da Praia da Vitória, ilha Terceira, nos Açores.

Ao todo, existem já estações, com radar e câmara, em cinco ilhas dos Açores (Santa Maria, São Miguel, Terceira, Faial e Corvo), estando previsto o alargamento destes meios às ilhas de São Jorge e Graciosa, bem como a instalação de uma segunda câmara na ilha Terceira, na baía de Angra do Heroísmo.

“À medida que vamos operando e tirando experiência vamos adaptando o que serão as futuras estações”, disse Luís Sousa Pereira, em declarações aos jornalistas, admitindo que está a ser estudada a possibilidade de instalação de outras câmaras nos Açores.

O projecto previa inicialmente a criação de 24 estações em todo o país, estando já equacionadas 30.

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